quinta-feira, julho 15, 2004

VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA - NO DIA 30 DE JULHO- 2ª ETAPA

NO DIA 30 DE JULHO- 2ª ETAPA

VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA

O PELOTÃO VAI PASSAR EM VILA VELHA DE RÓDÃO



Foi apresentada em Sintra, a 66ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, que, este ano (bem assim como nos próximos três anos), vai ter o seu início no nosso distrito. Na edição deste ano, a Volta tem o seu início dia 29 de Julho, nas Termas de Monfortinho, no concelho de Idanha – a – Nova. Esta conquista para o nosso distrito, só é possível, através da assinatura de um protocolo entre a Naturtejo e a PAD. Para os mais distraídos, relembramos que a Naturtejo é uma empresa inter – municipal, com objectivos do desenvolvimento turístico dos concelhos de Nisa, Vila Velha de Ródão, Proença –a Nova, Oleiros, Castelo Branco e Idanha-a-Nova, e a PAD, é uma empresa de organização e eventos desportivos, gerida pelo bem conhecido João Lagos, um homem desde sempre ligado ao Ténis, e o principal impulsionador da modalidade em Portugal. Bem podemos dizer que esta é uma conquista importante para estes concelhos, já que a Volta a Portugal em bicicleta é um dos mais importantes eventos desportivos a nível nacional, capaz de mobilizar milhões de pessoas em frente dos televisores e muitos milhares á beira das estradas deste País. Para uma zona do País, tão deficitária em termos de divulgação turística, esta conquista é sem sombra de dúvidas notável para quem (como todos estes concelhos) ambiciona dar a conhecer todas as potencialidades de uma região por demais desconhecida de muitos portugueses. O investimento feito é na ordem dos 350.000 euros, mas todos os autarcas destes concelhos reconhecem que “é um investimento que terá retorno a curto-médio prazo, até porque a Volta a Portugal em Bicicleta é o veículo perfeito para a divulgação da nossa região”. Basta referir que durante três dias, o pelotão vai percorrer diferentes estradas do nosso distrito. Logo na 1ª etapa, dia 29, o pelotão vai sair das Termas de Monfortinho, passando por Proença- a – Velha, São Miguel de Acha, Escalos de Cima, Castelo Branco, Oleiros, Sobreira Formosa, com a etapa a terminar na capital de distrito. No dia 30, a partida será dada em Castelo Branco, com passagem em Vila Velha de Ródão e Nisa, em direcção ao Cartaxo, já em pleno Ribatejo. A Volta regressa ao nosso distrito a 6 de Agosto, com a já tradicional subida á Torre, para muitos considerada a etapa rainha da prova, com os ciclistas a saírem do Fundão e a percorrerem a Serra da Estrela. Em jeito de curiosidade, a 66ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta termina em Sintra, com os ciclistas e enfrentarem um duro contra relógio na Vila Património Mundial.

Durante os próximos três anos, este importante evento desportivo vai assentar arraiais no nosso Distrito, numa aposta clara de toda uma região, em promover as potencialidades de uma Beira Interior por vezes tão esquecida dos grandes centros. Ou como diziam os elementos da Organização da Prova “ esta é uma conquista do Interior do País, já que nas últimas edições da Volta, a maior parte das etapas se realizavam no Litoral”. Mas nesta apresentação também choveram críticas provenientes do Sul do País, já que, esta ano, a prova não irá para além de Setúbal. E todos conhecem as fortes tradições dos algarvios pelo ciclismo. Mas se uns perdem, outros têm tudo a ganhar. E aí estamos todos de parabéns, pois desta vez o brinde é nosso. Graças á Naturtejo e ao empenhamento dos diferentes concelhos, de entre os quais se destaca o de Vila Velha de Ródão, que a 30 de Julho vai sair para a estrada, para ver ao vivo, a grande festa da Volta a Portugal em Bicicleta. Nesta apresentação, e em contactos estabelecidos, ficou a ideia que o nosso distrito poderá albergar a curto prazo, outro tipo de eventos desportivos organizados pela PAD-João Lagos Sports. Até porque a reciprocidade é mútua, e nada melhor do que a PAD, até porque é uma das principais empresas nacionais na organização de grandes eventos desportivos.


Vilas Ruivas

Simbologia - BANDEIRA NACIONAL

Simbologia


BANDEIRA NACIONAL

EURO 2004


Como Português que sou sempre honrei o símbolo do meu pais
Devo confessar, que agora mais orgulhoso me sinto ao ver que milhares de portugueses, começam a ter brio na sua bandeira, devido ao euro 2004.
Devemos mesmo agradecer aos organizadores deste invento, por este despertar, porque independentemente dos resultados, os portugueses começam a ter brio em exibir a sua bandeira e a reconhecer a sua identidade.
Mas atenção Portugal, não é só o euro 2004, existe á milhares de anos e a nível mundial, ainda pensam que Portugal é uma província Espanhola, ou simplesmente ignoram onde fica, apesar de termos emigrantes por todo o mundo e dos esforços em prol destas comunidades, apenas somos conhecidos pela Amalia no fado e pelo Eusébio no futebol e pouco mais.
Por este motivo lanço o meu grito de alerta.
Portugueses, nunca escondam e sintam orgulho do vosso país, levantem bem alto a vossa voz, mas a uma só voz, somos Portugueses independente da raça cor ou política.
Infelizmente, andamos á longos anos a ser orientados por forças, que parecem cada vez mais ser muito pouco portuguesas, olhando mais aos seus interesses, do que aos interesses colectivos de Portugal.
Senão vejamos.
As abstenções cada vez maiores nas eleições, e a cada vez menos apreciação pelos políticos e governos, por mais que estes senhores, tentem tapar com sorrisos e beijinhos pelas feiras, mercados, etc. ,etc., os resultados estão cada vez mais á vista mostrando o aspecto negativo em se fazer oposição por oposição.
À que dizer basta;
Estes senhores,, devem fazer uma reflexão muito cuidada e estudarem mais os problemas do pais colectivamente, sem falsas promessas, dento das nossas capacidades, porque somos todos nós portugueses, ao pagarmos os nossos impostos que podemos melhorar ou piorar a nossa economia.
Só assim podemos acabar ou amenizar as categorias de portugueses de 1ª, 2ª, 3ª, 4ª . Não basta fazer ver ao mundo que vivemos razoavelmente, escondendo as nossas misérias, e dificuldades aumentando cada vez mais a burocracia, que só serve para criar divisionismos e individualismos quando precisamos é de nos ajudar reconhecer e amar a nossa nacionalidade, para alem do euro 2004, onde quer que estejamos devemos ter orgulho e mostrar bem alto que somos portugueses.
Não quero terminar sem fazer um reparo ás instituições publicas ou privadas, quando ao serviço publico.
Existe regras e horas para estiar e recolher a Bandeira Nacional, das 8,00 horas ao por do sol em dias específicos, e não com um funcionário ou agente quando querem ou lhes apetece .
Pergunto o que foi feito dos estandartes e instruções sobre o Hino Nacional distribuídos ás escolas e outros organismos em governos anteriores.
É dever de qualquer português parar e manter-se em sentido durante o estiar ou recolher da bandeira,, assim como saber a letra do seu Hino Nacional, e cantá-la quando for caso disso, e não a anarquia que cada vez se vê mais.

17-06-2004

João Pires Mendes

Vilas Ruivas

FESTA DA CAIPIRINHA - MÚSICA AO VIVO - V.V.RODÃO

Agora que chegou o calor é mesmo do que nós precisamos...
Festa da Caipirinha, Dia 17 de Julho no Bar da piscina, no Complexo turístico de Vila Velha de Ródão.

Música Brasileira "Ao Vivo", muitos prémios.

Do que é que estão à espera?

ENTRADA LIVRE

cartaz

Vilas Ruivas

sexta-feira, junho 18, 2004

Jornal-Noticias

Força Aérea Portuguesa admite hipótese de vários objectos terem cruzado os céus nacionais
RODANENSES MAIS ATENTOS RELATARAM TER VISTO OVNIS


Vários Objectos Voadores Não Identificados (OVNI) podem ter cruzado o céu de Portugal na noite do dia 1 de Junho. A Força Aérea Portuguesa (FAP) admite a possibilidade a partir da análise cruzada de relatos testemunhais. Mas o fenómeno mantém-se inexplicado, o que favorece as opiniões.
Uma coisa é certa, rodanenses relataram a diferentes orgãos de comunicação social nacionais, de terem visto esses objectos a sobrevoar o céu do concelho.
Alguns admitem ter-se tratado de uma visita de extraterrestres, enquanto a comunidade científica mantém a reserva, sustentando que o que não tem explicação natural no presente pode ser esclarecido em breve.

Quem observou o fenómeno, em vários pontos do País, não coincide sobre a direcção em que ‘aquilo’ seguia. Luís Jorge Pires, de 53 anos, adiantou ao Correio da Manhã, que afiança ter visto, perto do Nó de Vila Velha de Ródão da A23 , um “objecto fusiforme envolto em fumo branco, mais parecido com vapor de água”, que “foi para Sul”. Outras testemunhas do concelho de Ródão e dos concelhos vizinhos, dão conta de movimentos para Norte.

A FAP analisou os vários relatos, alguns dos quais “muito precisos em termos tecnológicos”, revelou ao CM, o major Gonçalves, do Gabinete de Relações Públicas daquele ramo das Forças Armadas, confirmando o facto de as testemunhas não coincidirem quanto ao sentido de voo do objecto. As diferenças, aliadas à quase simultaneidade do avistamento em locais distantes, tornam provável a hipótese de existir mais do que um alvo.

Os dados obtidos através dos radares da FAP não invalidam a tese. “A informação radar indica que era possível terem sido vários alvos em posições e com rumos diferentes”, afirma o major Gonçalves ao CM, adiantando: “É natural que houvesse ainda mais objectos, não detectados.”

A informação coligida será arquivada até se excluírem as preocupações com a segurança e a defesa nacionais. Depois poderá ser partilhada com entidades ligadas à investigação científica, que já a solicitaram.

O astrónomo Máximo Ferreira, coordenador do Observatório Astronómico de Constância, em declarações também ao CM, conta-se entre os “absolutamente cépticos” em relação ao fenómeno OVNI conotado com vida alienígena. “O mais provável é ter-se tratado de um meteoróide: uma ou várias pedrinhas que existem no espaço”, sustenta, sem eliminar a possibilidade de queda de fragmentos de um satélite ou de uma aeronave. Máximo Ferreira afirma jamais ter observado o que fosse de inexplicável no céu e ironiza: “Os extraterrestres não aparecem aos cientistas.”

Mas o docente investigador do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) Fernando Monteiro, especialista em meteoritos, garante ao Correio da Manhã, que não foi um que cruzou o céu na noite de terça-feira: “Se fosse um meteorito, o fenómeno luminoso não teria durado tanto tempo.” O professor opta pela designação “não identificado” na acepção literal. “99 por cento dos fenómenos astronómicos tem explicação imediata. Um por cento não. Isso não significa que não exista uma causa natural. Até a descobrirmos, são OVNI.”

NÃO É CASO VIRGEM EM RÓDÃO

Estes fenómenos no entanto, não são casos virgens no concelho de Vila Velha de Ródão. Na noite de Natal de 1980, e enquanto várias aldeias do concelho estavam á volta das grandes fogueiras natalícias, vários foram os rodanenses, que viram ovnis no céu a movimentarem-se a alta velocidade e iluminando a noite escura.
Por exemplo, na aldeia de Vilas Ruivas, e nessa noite, por volta das 2.00h da madrugada, as poucas pessoas que ainda se mantinham á volta da fogueira no Largo Principal “ correrem desenfreadamente para o sítio do cabeço, face á grande luminosidade que estava a ser vista no Céu. Essa luminosidade, não durou mais do que um minuto, mas era verdadeiramente intensa”. No dia seguinte, as rádios e as TV´s abriam precisamente os seus noticiários com esse fenómenos estranhos, vistos nos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Évora, Santarém e Lisboa. Na serra de Sintra, a situação foi idêntica á vista em Vilas Ruivas, apenas com o senão de ter sido vista cerca de uma hora antes. Nunca foram dadas explicações para o sucedido, e o processo foi arquivado pelas autoridades nacionais.
Em 1986, nos Perais, vários rodanenses que regressavam da festa da aldeia, foram “obrigados” a parar as viaturas ao longo da estrada de acesso á Nacional 18, face “á luz intensa que iluminava a noite escura”. Esse fenómeno, também durou cerca de um minuto. No dia seguinte, rodanenses, albicastrenses e espanhóis relatavam á comunicação social, aquilo que tinham visto nessa noite. O caso nunca foi explicado convenientemente pelas competentes autoridades nacionais e espanholas.
Quer se queira, quer não, ou quer se acredite ou não, a noite de 01 de Junho de 2004, marca novamente o concelho de Vila Velha de Ródão nessa “velha e apaixonante” história de Ovnis. Não só o concelho de Vila Velha de Ródão, como também, e agora de uma maneira geral, todo o território nacional. Novamente as entidades responsáveis não encontram explicações para este fenómeno.
Será que não estamos sozinhos no Universo ?
O mistério continua e continuará a perdurar. Até algum dia. Pensamos nós !

ESTRADA MUNICIPAL VILAS RUIVAS-FRATEL
VAI SOFRER OBRAS DE MELHORAMENTOS


A estrada municipal de ligação entre a aldeia de Vilas Ruivas e o Fratel vai sofrer obras de beneficiação. Um dado confirmado ao nosso jornal pelo Vice-Presidente da edilidade rodanense, Luís Pereira, que justifica estas obras “porque a estrada se encontra bastante degradada em alguns locais, e para além disso, é preocupação da Câmara Municipal dotá-la de uma maior segurança para os automobilistas. Essa segurança passa pela introdução de alguns rails de protecção em algumas curvas perigosas daquele percurso, curvas muito apertadas e sinuosas, onde o perigo espreita a qualquer momento”, adiantando ainda que “ também as bermas da estrada vão ser reformuladas no seu percurso, bem assim como a limpeza das mesmas, já que ao longo destes anos, se verifica efectivamente uma degradação visível nas bermas dessa estrada que, inclusivamente, têm causado alguns dissabores”, adiantou ainda Luís Pereira ao nosso jornal.
Esta estrada, e relembramos, tem uma extensão de cerca de 5km, e serve habitualmente muitos rodanenses.

CÂMARA MUNICIPAL VAI ATRIBUIR-LHE NOME DE RUA
“TI JOAQUIM RICO” PERPÉTUAMENTE HOMENAGEADO EM VILAS RUIVAS


O nome pode não significar muito para a juventude actual da aldeia das Vilas Ruivas. Mas para aqueles que já entraram nos grupo dos cinquenta e sessenta anos, o nome do “ti Joaquim Rico” traz á memória muitas e gratas recordações. Este homem que escolheu as Vilas Ruivas para residir (após o casamento) e ali fazer vida, era por natureza um benemérito e amigo da população. Um homem abastado e que sempre ajudou o próximo, nomeadamente, os mais pobres da aldeia. Por diversas vezes, disponibilizou a muitos naturais das Vilas Ruivas, terrenos para simples galinheiros, currais, ou pocilgas, ou muito simplesmente, terra para hortar. Além disso, e sempre que um jovem da aldeia era chamado para o serviço militar, ou se casasse, o “ti Joaquim Rico” fazia questão de oferecer-lhes 50$00, o que diga-se em abono da verdade, nos anos 50 e 60 era muito dinheiro. Por vezes, mantinha grandes zangas com a sua família pelas suas atitudes, mas houve quem o visse a fumar uma onça de tabaco embrulhada numa nota de 500$00. O ti Joaquim Rico tinha destas coisas. Mas sempre foi muito estimado na aldeia.
Na construção do fontanário do Largo Principal da aldeia, encheu uma lata de graxa com moedas, a qual a introduziu no meio do cimento que serviu de base ao dito fontanário.
Estas e outras histórias da vida de um homem bom, vão ser recordadas durante as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, em Vilas Ruivas, já no próximo mês de Agosto, quando for atribuída á sua rua de sempre, o seu próprio nome, numa cerimónia que visa perpetuar a sua memória e o que ti Joaquim Rico significou para a aldeia.
É também uma homenagem da edilidade rodanense, que para o efeito, auscultou opiniões junto da população da aldeia, e que assim vai estar representada ao mais alto nível nesta cerimónia a realizar durante os Festejos em Honra de Nossa Senhora do Castelo.
Para Luís Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, “esta é uma homenagem que se justifica a Ti Joaquim Rico. Pelo que representou para a aldeia de Vilas Ruivas e pelas saudosas memórias que traz a todos os que com ele conviveram, e a que ninguém fica indiferente (principalmente á geração dos nossos pais e avós ) apesar de já há muitos anos ter falecido. Esta homenagem da Câmara Municipal é feita com base nas opiniões e desejos de muitos habitantes de Vilas Ruivas, e assim vamos efectivamente homenagear essa figura ímpar de Vilas Ruivas, e que ainda hoje perdura na memória de todos os que com ele conviveram”, adiantou ainda Luís Pereira.

Página das Vilas Ruivas

quarta-feira, maio 19, 2004

É CARNAVAL, NINGUÉM LEVA A MAL...

Aqui estão as Fotografias do Carnaval 2004, no Complexo de Portas de Ródão - Vila Velha de Ródão

Fotografias do Carnaval 2004 - Vila Velha de Ródão

Se alguém ficar ofendido, diga nós retiramos a sua foto...

segunda-feira, maio 17, 2004

VIII Feira das Actividades Económicas e Tradicionais de Cooperação Transfronteiriça

O último fim-de-semana de Junho marca a realização na sede do nosso concelho, da VIII Feira das Actividades Económicas e Tradicionais de Cooperação Transfronteiriça. Um evento que é já uma referência no nosso concelho e no nosso distrito, mas que também já ultrapassou fronteiras, alargando-se mesmo a um plano nacional e internacional.
Como recentemente referiu a Presidente da nossa edilidade, Drª Maria do Carmo Sequeira, “ o espaço da Feira já vai sendo pequeno para tanta procura de expositores, e isso significa o êxito desta Feira de Actividades Económicas”.
Ao que o nosso jornal apurou, existe por parte da Câmara Municipal, a preocupação em realizar e organizar a presente edição desta Feira reduzindo também os custos de anos anteriores, mas apesar desse aspecto, estamos em crer que a VIII Feira de Actividades Económicas continuará a ser um êxito, com milhares de pessoas a viajarem até á sede do nosso concelho, num aproveitamento também a nível turístico e cultural que se pretende alcançar também com este evento.
No cartaz dos espectáculos, destaque também para a excelente escolha efectuada, pois se Tony Carreira vai fazer as delicias de muita gente (já que proporciona sempre excelentes espectáculos), não é menos certo que no sábado, os Xutos e Pontapés vão trazer até Vila Velha de Ródão, milhares de jovens, que vêem naquela banda “ uma referência do rock português” ao longo destes últimos 20 anos de existência da banda liderada por Tim.
No fundo, serão três excelentes dias, onde, e mais uma vez, os visitantes poderão tomar conhecimento das potencialidades que o nosso concelho tem para oferecer. Mas não só.
É caso para se dizer que no último fim de semana de Junho, todos os caminhos vão dar a Vila Velha de Ródão.
Para já fica o Programa (ainda que provisório) da VIII Feira de Actividades Económicas:

VIII Feira das Actividades Económicas e Tradicionais de Cooperação Transfronteiriça
Em Vila Velha de Ródão nos dias 25, 26 e 27 de Junho de 2004


(Programa Provisório)

Dia 25 de Junho - Sexta-Feira
•18.00 h - Abertura da Feira por entidade a definir
•21.00 h - Animação no recinto de feiras com grupo de bombos
•00.30 h - Actuação do artista “Tony Carreira” no recinto de festas da Senhora da Alagada
•02.00/05.00 h - Discoteca ao ar livre com o “DJ Pete Thazouk”

Dia 26 de Junho - Sábado
•17.00 h - Abertura da Feira
•21.00 h - Animação no recinto de feiras com o grupo “Bandinha D’ Alegria”
•00.30 h - Actuação do grupo “Xutos & Pontapés” no recinto de festas da Senhora da Alagada
•02.00/05.00 h - Discoteca ao ar livre com o “DJ Carlos Manaça”

Dia 27 de Junho - Domingo
•17.00 h - Abertura da Feira
•21.00 h - Animação no recinto de feiras com a banda de música cubana “Cuba Libré”
•23.00 h - Encerramento da Feira
•23.30 h - Fogo de Artifício

Durante o funcionamento da Feira haverá várias atracções infantis.


Jorge Manuel Cardoso

Novidades acerca dos projectos aprovados para a Aldeia de Vilas Ruivas

APROVADO PELA CÂMARA MUNICIPAL

PROJECTO DE VALORIZAÇÃO DA ÁREA ENVOLVENTE
AO CASTELO E CAPELA DE NOSSA SENHORA DO CASTELO



O nosso jornal apresenta hoje a todos os nossos leitores, alguns traços gerais do projecto de valorização da área envolvente ao Castelo e Capela de Nossa Senhora do Castelo.
Um projecto elaborado pela firma PB.ARQ-Arquitectura Paisagística Ldª, e já aprovado pela nossa edilidade. Um projecto que nesta primeira fase se cifra em cerca de 240.000 euros, para um custo total da obra que ronda os cerca de 500.000 euros. É sem sombra de dúvidas, um projecto abrangente e que vai “revolucionar” toda aquela área, considerada o ex-líbris do nosso concelho, e actualmente num estado avançado de degradação, que muita tinta tem feito correr não só nas páginas do nosso jornal, mas também a nível nacional, quer na imprensa escrita, quer na imprensa falada. Não nos podemos esquecer, das denúncias que têm sido feitas ás várias entidades locais, regionais e nacionais, do estado actual daquele nosso património histórico. Como não podemos esquecer, as “demárches” junto das Tv´s nacionais, efectuadas na altura pelo nosso saudoso Director e Fundador, Sr. Domingos Alves Dias. Como não podemos esquecer o Prof. José Hermano Saraiva, e nas suas (nossas) preocupações sobre aquilo que viu, nas quatro ou cinco visitas que fez ao local, uma das quais, que serviu de base a um dos seus programas na RTP.
Para este nosso trabalho, muito temos a agradecer ao Vice-Presidente, Luís Pereira, que nos facultou o documento, para o compartilharmos com todos os rodanenses, num projecto que, se deseja colocado em prática o mais rapidamente possível.
Logicamente que não vamos transcrever na íntegra esse documento. Vamos sim dar uma panorâmica e em traços gerais, o que se pretende fazer naquela zona histórica.

Área de Recepção / Estacionamento- CAPELA

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Constitui o ponto de acesso ao local de intervenção, numa solução de compromisso entre o espaço disponível e a vontade expressa de não permitir a circulação automóvel para além da Capela. Estacionamentos disponíveis para automóveis ligeiros e/ou de pequenos autocarros. Área balizada a norte e nascente, por um muro existente que será consolidado e elevado por forma a funcionar como banco murete e guarda. Do lado poente, a construção de um novo muro, exactamente com as mesmas funcionalidades. Alinhamento de árvores plantadas do lado de fora do novo muro, asseguram o ensobramento do estacionamento e simultaneamente direccionam para a Capela o olhar do visitante. Esta área da Capela será definida por um pavimento diferenciado, estabelecendo contrastes propositados, entre o betuminoso da estrada de acesso e o material utilizado no Adro da Capela, que será constituído de uma pedrinha miúda tipo bago de arroz, que confere uma textura suave e uniforme, contrastando com os materiais que se utilizarão nas áreas adjacentes. Na sombra das árvores, serão construídos os bancos murete paisagísticos que vão conferir ao espaço envolvente á capela uma beleza sui-generis e apetecível. Neste contexto, dar-se-á a expansão do Adro da Capela para poente, terminando num muro que se debruça primeiro sobre um terraço plantado, e depois sobre o Vale do Tejo, que vai correndo para jusante . Esta será certamente uma janela que se abre para a paisagem- um grande miradouro – ou para quem quiser, uma ligação aos transcendental religioso, que se abre e prolonga a partir da porta da Capela. Dar-se á também o desenvolvimento do Adro da Capela para Sul, em direcção ao Castelo e nesse eixo pedonal que lhe confere a acessibilidade. Para nascente, uma outra janela, mais modesta no impacto, mas igualmente interessante no cenário que representa, mostrando novamente o Tejo, agora vindo de montante, e a nova Vila Velha de Ródão, e a ponte que nos liga ao Alentejo. Será construído um Terraço de generosas dimensões, em posição frontal á fachada da Capela. Para o efeito, o local actual será desmatado, ficando livre de vegetação, não prejudicando as relações visuais do Adro, e onde serão construídos também alguns bancos de murete, lançando-nos também o olhar delicioso sobre o Tejo, com ligações ao Adro efectuadas através de escadas projectadas.

ZONA DE MERENDAS

Embora o merendar possa acontecer um pouco por toda a parte, justifica-se um sítio próprio para o efeito, que congregue também um conjunto de infra estruturas de apoio, tais como: mobiliário apropriado, recolha de lixos, pontos de água, sanitários etc...etc.
Este espaço vai situar-se a meio caminho entre a Capela e o Castelo, recuperando-se uma construção já existente, que passará a funcionar como instalações sanitárias. Serão efectuadas algumas desmatações e a introdução de alguma vegetação apropriada para o local, seguindo a já existente e o alinhamento até ao Castelo. Aliás, a rampa até ao Castelo será alvo de outra intervenção, diminuindo a quota de inclinação existente, alargando o acesso, e utilizando o saibro, que associado a um sistema de travamentos sucessivos, que assegure o encaminhamento superficial das águas e forneça alguma estabilidade ao pavimento, bem assim como uma drenagem necessária. Nesta rampa, serão também construídos alguns bancos para paragens momentâneas que a subida calorosa possa implicar.

CASTELO - RECINTO MURALHADO

A zona do Castelo vale só por si só, pela monumentalidade dos elementos que encerra, e sobretudo pelo fantástico domínio visual que possibilita, sobre um pedaço de mundo, que durante os momentos que quiser, pode ser só nosso. A intervenção neste local visa o enaltecer desta realidade, que agora se pretende valorizar, e que passa necessariamente por uma inversão assumida do aparente caos e degradação instalada, fruto de muitos anos de abandono. A remoção dos entulhos decorrentes do desmoronamento de parte da Torre do Castelo ou de partes da muralha, a eliminação de parte da vegetação que abafa de forma descontrolada todo o espaço, a definição e regularização de plataformas que conduzirão á simplificação do espaço e consequentemente á sua melhor apreensão e apropriação pelo visitante. Construção de miradouros, ampla zona pavimentada, limpeza e desmatação do local, associados á recuperação da Torre e das muralhas. Por entre os rochedos existentes, a construção de um caminho e de uma estrutura metálica sobrelevada, que permita o acesso pedonal á Torre do Castelo. O Miradouro será composto por uma estrutura metálica com cerca de 30m2, localizando-se no limite sul do recinto muralhado, em posição oposta á Torre do Castelo. Desde logo perceptível junto á entrada do recinto, pretende explorar a abrangência visual que possibilita, e que naturalmente qualquer visitante procurará. Sobrepõem-se ao coroamento da muralha, tocando-a e permitindo que o visitante a transponha, e sobre ela se debruce na tentativa de alcançar o infinito que está mesmo ali. Em perspectiva também a construção de uma estrutura metálica (para o caminho da Ronda) de ligação entre a rampa de acesso ao Castelo e o Miradouro.

Em traços gerais, este é o projecto preconizado para a zona envolvente ao Castelo e Ermida de Nossa Senhora do Castelo. Um projecto já aprovado pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, e que vai transformar aquele local, num espaço aprazível, com todas as comodidades, autêntica sala de visitas do nosso concelho.

VICE-PRESIDENTE LUÍS PEREIRA CONFIRMA
“Vamos avançar com este Projecto”


Contactado pela reportagem do nosso jornal, o Vice-Presidente Luís Pereira, acrescentou que “ este é um projecto viável, e por vias disso mesmo, já aprovado pela Câmara Municipal. È uma prioridade nossa, e que vai ao encontro aos desejos de todos aqueles que fazem daquele local a sua sala de visitas e de lazer. Um projecto que visa recuperar toda aquela área, e sobretudo dignificá-la. Vamos candidatar-nos a verbas para realizar as obras, e devemos ter as primeiras respostas ainda durante o corrente ano. Depois dessa fase, abriremos concurso público para a realização das obras. São estes os caminhos que temos que seguir por força das Leis em vigor, mas o projecto é mesmo para avançar”.


Obras prontas ainda antes de 15 de Agosto
RUA DO TEJO VAI SOFRER MELHORAMENTOS


Luís Pereira, adiantou também á nossa reportagem o ponto da situação das obras de intervenção a executar na Rua do Tejo, na aldeia de Vilas Ruivas. Segundo o vice-presidente da nossa edilidade “ vamos proceder aos melhoramentos já anunciados para a Rua do Tejo nas Vilas Ruivas (que tantos problemas tem causado á população) e esperamos que ainda antes da Festa em Honra de Nossa Senhora do Castelo, as mesmas já estejam concluídas”. Recordamos que aquela rua é um dos locais problemáticos da aldeia de Vilas Ruivas, nomeadamente no inverno, e cujos os moradores muito se têm queixado dessas condições, da dificuldade de circulação, da falta de saneamento básico, e da pouca pressão da água canalizada, que durante o Verão tem deixado as torneiras secas aos moradores que residem no alto dessa mesma rua.

Jorge Manuel Cardoso

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