quinta-feira, setembro 01, 2005

Fotografias da Festa de Vilas Ruivas 2005

Para quem não teve a sorte de participar nas
Festas de Vilas Ruivas, aqui fica o Link do site do Duo Musical Oásis (na secção de fotos)
onde podem encontrar alguns dos momentos passados na noite do baile que este Duo
proporcionou.

Obrigado a todos aqueles que tornaram possivel...


Nuno Mendes

quarta-feira, agosto 31, 2005

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

As Tecnologias da Informação e Comunicação no espaço rural
– As aldeias digitais.

Tão importante como, em tempos idos, foi levar a água canalizada, o telefone e a luz às aldeias é actualmente fundamental levar as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), uma vez que tal significa levar Conhecimento e este é um dos factores para gerar riqueza e competitividade, especialmente em meio rural.
O largo da fonte, espaço de tertúlia e de encontro, que perdeu grande parte do seu significado com a chegada da água canalizada às casas, deve ser retomado pelo Cibercentro Comunitário, o qual poderá funcionar na sede de uma associação local, na Casa do Povo ou até mesmo num café/mercearia, como local de convívio e de reunião da aldeia, colocando-a em contacto com o Mundo. Para isso é necessário uma parceria com as associações ou com o comércio locais, uma vez que para haver sucesso, o cibercentro comunitário tem de nascer de dentro da comunidade e não imposto exteriormente por qualquer organização.
Depois da Revolução Agrícola e da Industrial, é a Revolução Tecnológica que ditará e já está a ditar a divisão do Mundo em termos de desenolvolvimento e subdesenvolvimento.
Os decisores políticos ao nível local, mais concretamente os autarcas, não podem estar distraídos só a construir rotundas, centros cívicos, casas de artes e cultura, jardins, urbanizações e abrir novas avenidas, também têm de construir as Auto-Estradas da Informação e estas têm de passar pelas aldeias, as quais são fundamentais para um ordenamento do território equilibrado e sustentável.
Nos Estados Unidos, onde o presente é o nosso futuro, começa-se a assistir a um processo de êxodo de população, altamente qualificada e sedenta de qualidade de vida, dos centros urbanos para as zonas rurais. Este processo acontece graças ao desenvolvimento das comunicações gerado pela era digital. São pessoas para as quais o teclado e o rato de um computador são algumas das suas ferramentas e a Internet o seu local de trabalho. São os ciber-trabalhadores que estão a povoar lentamente o ambiente rural, lado a lado com o autóctones desse espaço, numa simbiose perfeita. A tradição e a terra abraçam a tecnologia e o ciberespaço.
No entanto, se não existirem condições de instalação eles não aparecem e o processo de decadência e de desertificação do meio rural continuará até ao fim. Temos, pois, de nos preparar para receber estes novos aldeões – os aldeões digitais.
No campo das TICs o espaço rural poderá competir com as cidades, uma vez que oferece condições que promovem a produtividade, a criatividade e a qualidade de vida. Quem não trocaria uma cidade engarrafada, irrespirável, perigosa, impessoal e com custo de vida alto, por um meio onde impera a natureza, a calma, as relações humanas e onde os dias são mais longos, e que já não fica noutro planeta, como acontecia antigamente? Hoje assiste-se à criação de centros e parques tecnológicos, clusters e incumbadoras de empresas no meio do campo e longe das cidades. Não é com a Indústria que o espaço rural se tornará competitivo, é com a Tecnologia associada às suas Tradições e Património e ao serviço do Ambiente, das suas Gentes e do Turismo.
Com muitos anos de atraso, o Governo apresentou, no passado mês de Julho o programa nacional para a sociedade da informação, a que chamou Programa Ligar Portugal, o qual prevê a realização de investimentos na ordem de 2,5 mil milhões de euros, sendo que mil milhões serão estatais. Com este programa, o Governo pretende duplicar os utilizadores de Internet nos próximos 5 anos e triplicar o número de famílias com acesso à banda larga, procurando uma taxa de penetração a rondar os 60%. O tele-trabalho, a tele-medicina também estão contemplados no Programa, o qual espera gerar mais postos de trabalho na área das TICs. É, pois, uma oportunidade a não perder.
Mas será possível que os excluídos rurais se transformem em incluídos digitais? É possível e já foi feito, embora em escala reduzida.
Em Portugal existem projectos piloto de aldeias digitais, os quais foram implementados com sucesso. Contudo, para que haja de facto um autêntica revolução neste campo, terá de ser criada uma verdadeira necessidade por parte das pessoas para retirar todo o potenclal das TICs.
No Brasil, existe um caso muito interessante. Um brasileiro, funcionário da NASA nos Estados Unidos, esteve a viver durante 6 meses numa comunidade rural, das mais isoladas do país, para entender, com os seus próprios meios, as verdadeiras necessidades dela. A sua ideia era consciencializar a população rural sobre a importância da inclusão digital. Este engenheiro brasileiro admitiu que o processo de inclusão é lento, mas hoje essa comunidade diz não saber viver mais sem a Internet.
Noutras iniciativas similares, os jovens passaram a fazer suas pesquisas escolares pela Internet, não tendo sequer necessidade de recorrer a bibliotecas, por vezes situadas longe das suas casas, criaram-se lojas virtuais de venda de produtos locais para todo o Mundo, cursos educacionais à distância, jornais locais electrónicos, até mesmo petições ao governo sobre assuntos que eram importantes para a comunidade.
O desafio que o Portugal rural enfrenta é grande. Além da nossa população rural ser envelhecida e com baixas ou mesmo nenhumas qualificações escolares, ainda somos o 2º país com menor ligação à internet no Ensino Básico. Contudo, os portugueses aderem facilmente às novas tecnologias, quando estas são colocadas à sua disposição e quando delas ficam necessitados. Quem não se lembra dos telemóveis e do multibanco, do envio da Declaração de IRS pela internet, por exemplo?
Basta haver vontade política e autarcas empenhados e minimamente esclarecidos. Já agora, sugiro uma iniciativa, porque não criar em todos os concelhos o Dia da Inclusão Digital?
Finalmente, haverá muito cepticismo relativamente às minhas palavras. Vão-me chamar utópico. Mas é a Utopia que comanda o Homem. Se assim não fosse, nunca teríamos viajado no Espaço nem pousado na Lua.


Vítor Carmona Ramos
Licenciado em Relações Internacionais.

quarta-feira, agosto 03, 2005

Inventário do Património Arquitectónico - Castelo de Rodão / Castelo do Rei Vamba


Castelo de Rodão / Castelo do Rei Vamba

IPA
Monumento

NºIPA
0511040004

Designação
Castelo de Rodão / Castelo do Rei Vamba


Localização

Castelo Branco, Vila Velha de Rodão, Vila Velha de Rodão

Acesso
Ao km. 3 da EM para Vilas Ruivas, por caminho em terra batida, com direcção Sudeste

Protecção
IIP, Dec. nº 45/93, DR 280 de 30 de Novembro 1993 *1

Enquadramento
Rural, situa-se no extremo S. da Serra das Talhadas ou Serra de São Miguel, num cabeço de constituição xistosa coberto por vegetação arbustiva e arbórea, sobranceiro ao Tejo e ao monumento geológico denominado Portas do Rodão. O Castelo implanta-se a 315 m. de altitude no interior do recinto muralhado dominado por um afloramento granítico. A 50 metros, situa-se a Capela de Nossa Senhora do Castelo (v. 0511040013).

Descrição
Recinto muralhado de traçado ovalado irregular; muralha parcialmente desmoronada e constituída por dois panos de cantaria com enchimento ciclópico; vestígios de construções constituídos por pequenos blocos graníticos *2. Torre de Vigia implantada na zona NE., com planta rectangular e volume paralelepipédico, actualmente desprovida de cobertura. O alçado S. tem o primeiro registo cego e, presentemente, apresenta rombo de grandes dimensões. O segundo possui porta em arco quebrado com lintel recto e tímpano com a cruz da Ordem do Templo insculpida, tendo numa das aduelas do arco a marca de canteiro com a forma de S colocado horizontalmente. Alçados N., S., e O. são semelhantes, com o primeiro registo cego e seteira no superior. Os remates encontram-se incompletos. Apresenta o travamento dos cunhais parcialmente destruído. INTERIOR tem o primeiro piso entulhado e a marcação do pavimento do segundo surge no nível do pavimento através de ressalto. Porta coberta com abóbada de berço quebrado, conservando os gonzos em cantaria.

Utilização Inicial
Militar: castelo

Utilização Actual
Marco histórico-cultura: castelo

Propriedade
Pública: estatal

Afectação
Sem afectação

Época de Construção
Séc. 12

Arquitecto / Construtor / Autor
Desconhecido.

Cronologia
Séc. 7 - lendária edificação do castelo pelo monarca visigodo Vamba; séc. 11 / 12 - hipotética construção de castelo ou atalaia, talvez sobre pré-existências castrejas, por iniciativa dos Templários; a torre subsistente poderá tratar-se apenas de uma torre de vigia ou também de uma torre de menagem; 1199 - doação da Herdade da Açafa aos Templários por D. Sancho; 1505 - cerca de pedra e barro, derrubada em partes; séc. 18, meados - utilização do castelo como base de artilharia para protecção da passagem do Tejo; construção de baterias na encosta *3; séc. 19, início - reconstrução do castelo e preparativos para a 1ª Invasão Francesa, por iniciativa do Marquês de Alorna; 1999, Agosto - Câmara Municipal de Castelo Branco, IPPAR e IPA apostam na recuperação do Castelo do Rei Vamba e zona envolvente, nomeadamente as muralhas; 2004, Junho - projecto de arranjo exterior pela Câmara Municipal; Julho - projecto de consolidação e reabilitação da torre e muralhas, pela DREMC.

Tipologia
Arquitectura militar, medieval. Recinto muralhado de traçado ovalado irregular, com torre de vigia de planta rectangular, com porta a nível do segundo piso, em arco quebrado com tímpano liso, que servia de protecção da linha do Tejo, mais precisamente das portas do Ródão. Seteiras simples no segundo registo dos restantes alçados.

Características Particulares
Diminuição da espessura murária em função da altura. Porta com a cruz da Ordem do Templo insculpida.

Dados Técnicos
Paredes portantes em alvenaria de granito argamassada, travada por cunhais em silharia de granito (torre); paredes autoportantes em alvenaria de granito e xisto argamassada (muralhas).

Materiais
Estrutura da torre em alvenaria e cantaria de granito argamassada; estrutura das muralhas em alvenaria de granito e xisto argamassada.

Bibliografia
COSTA, António Carvalho da, Corographia Portugueza, Lisboa, 1706 / 1712; LEAL, Pinho, Portugal Antigo e Moderno, Lisboa, 1873; PROENÇA JÚNIOR, Francisco Tavares, Archeologia do Distrito de Castelo Branco - 1ª Contribuição para o seu Estudo, Leiria, 1910; BEJA, Humberto, Castelos de Portugal, os Castelos da Beira Histórica, Porto, 1922; VEIGA, Duarte, Castelos e Monumentos Militares das Beiras, in Boletim da Casa das Beiras, Lisboa, 1939, nºs 11 - 12; SOROMENHO, Paulo Caratão, Lendário Rodanense, in Revista de Portugal, 1965, série A, vol. XXX; HENRIQUES, Francisco, Património Artístico Ignorado - Notável Frontal de Altar do Séc. XVII em Vila Velha de Rodão, in Beira Baixa, Castelo Branco, 30 Abril, 1974; SALVADO, António, Elementos para um Inventário Artístico do Distrito de Castelo Branco, Castelo Branco, 1976; SANTOS, Valdez, A Ocupação Francesa de Junot segundo documentos existentes no Arquivo Histórico e Militar, in Boletim do Arquivo Histórico Militar, Lisboa, 1977, vol.36; MONTEIRO, J. Pinho e GOMES, Mário Varela, Os Menhires da Charneca do Vale Sobral ( Nisa ), in Revista de Guimarães, Guimarães, 1978, vol. LXXXVII; ALMEIDA, José António Ferreira de, dir., Tesouros Artísticos de Portugal, Lisboa, 1980; HORMIGO, José Joaquim M., Plantas de Povoações da Beira Baixa (séc. XVIII), Lisboa, 1980; NUNES, António Lopes Pires, Torres de Vigia da Beira Baixa, in I Congresso sobre Monumentos Militares Portugueses ( Vila Viçosa ), Lisboa, 1982; HORMIGO, José Joaquim M., A Beira Baixa vista por Artistas Estrangeiros ( Séc.s XVIII-XIX ), Castelo Branco, 1983; DIONÍSIO, Sant'Ana, Guia de Portugal, Lisboa, 1984; GOMES, Rita Costa, Castelos da Raia. Beira, vol. I, Lisboa, 1997; Jornal do Fundão, 20 Agosto 1999.

Documentação Gráfica
DGEMN: DSID

Documentação Fotográfica
DGEMN: DSID

Documentação Administrativa
DGEMN: DSID

Intervenção Realizada
CMVVR / Associação de Altos Estudos do Tejo: 2000 / 2001 - sondagem arqueológica no castelo.

Observações
*1 - classificação conjunta com a Capela de Nossa Senhora do Castelo (v. 0511040013). *2 - extramuros observam-se vestígios superficiais de fragmentos cerâmicos. *3 - na encosta virada para o Tejo, no sítio denominado por Batarias, existiam vestígios de baterias (Pinho Leal, Duarte Veiga).

Autor e Data
Margarida Conceição 1994

Actualização
Maria Fernandes 2005

Este documento foi-nos enviado por Nuno António.

terça-feira, julho 26, 2005

"Actualização - Horários dos comboios"

Horários em formato PDF (consulta em www.cp.pt)

LISBOA / COVILHÃ - GUARDA

- Regional

LISBOA / COVILHÃ / LISBOA

- InterCidades

Guarda - COVILHÃ / LISBOA

- Regional



SENTIDO LISBOA-COVILHÃ

LISBOA SANTA APOLONIA

07:12

19:08

LISBOA – ORIENTE

07:20

19:18

VILA FRANCA DE XIRA

07:34

---

SANTAREM

08:10

20:09

ENTRONCAMENTO

08:28

20:30

ABRANTES

08:48

20:51

ALFERRAREDE

08:55

20:57

RODAO

09:43

21:43

CASTELO BRANCO

10:21

22:21

FUNDAO

11:01

22:59

COVILHA

11:17

23:15

SENTIDO COVILHÃ- LISBOA

COVILHA

07:30

15:35

FUNDAO

07:46

15:51

CASTELO BRANCO

08:37

16:43

RODAO

09:01

17:07

ALFERRAREDE

09:51

17:53

ABRANTES

09:58

18:00

ENTRONCAMENTO

10:22

18:23

SANTAREM

10:40

18:42

VILA FRANCA DE XIRA

---

19:14

LISBOA - ORIENTE

11:28

19:28

LISBOA SANTA APOLONIA

11:35

19:35


quinta-feira, julho 21, 2005

Jornal Informativo nº9/2005

MUITOS ANOS DEPOIS...RODANENSES GANHAM O INTERCIDADES...

DESDE 11 DE JULHO, COMBOIOS INTERCIDADES FAZEM PARAGEM
EM VILA VELHA DE RÓDÃO

Desde o passado dia 11 de Julho, que os comboios intercidades fazem paragem em Vila Velha de Ródão. A boa nova surgiu ainda muito antes, através de várias respostas dadas individualmente pela CP, ás diversas exposições e sugestões dadas pelos rodanenses, ao longo do últimos meses. Exposições e sugestões que se acentuaram ainda mais, com os artigos transcritos em várias edições do nosso jornal sobre o assunto. Ao longo do mês de Junho e de Julho, chegaram-nos por mail, algumas dessas respostas dadas pela CP . É, sem sombra de dúvidas, uma grande vitória para o nosso concelho, de uma “questão e de um ponto de honra”, que, e se bem se recordam, começou ainda no tempo em que o saudoso Inspector Baptista Martins era o Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão. Depois de muitos recuos e avanços neste processo, eis que o nosso concelho “ganha” essa paragem do comboio intercidades, há muito tempo desejado por todos. E quando falo em desejado por todos, não me refiro só aos rodanenses, pois é bom não esquecer, que, e neste momento, também os nossos concelhos vizinhos devem de estar satisfeitos com esta decisão da CP, pela proximidade da nossa estação ás diversas localidades desses mesmos concelhos.
Trata-se de uma grande vitória para o nosso concelho, e também (finalmente!), o reconhecimento por parte da CP, que, efectivamente a estação de Ródão é uma estação estratégica para, e pelo menos, três concelhos diferentes, a saber, Vila Velha de Ródão, Nisa e Proença a Nova. Com esta decisão, ganham todas as partes envolvidas. Mas não se pense que foi fácil, pois basta olhar para trás, e contarmos os anos “perdidos” até a esta histórica decisão da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.
Desde o dia 11 de Julho, com a actualização dos horários e paragens das viagens de longo curso, que a CP reconheceu tudo isto. E ainda bem, pois vale mais tarde do que nunca. Não o nego. Esta é também uma vitória pessoal, de quem tanto lutou e sempre tentou justificar a paragem do intercidades em Vila Velha de Ródão, e das tantas exposições efectuadas para justificar este fim. Mas que diacho.... os louros que se” lixem”, pois eles são de todos nós, rodanenses, inclusivamente das forças autárquicas do concelho, que desde a primeira hora, sempre se manifestaram a favor da nossa causa. Aliás, no início do mês de Junho, e quando já tínhamos elementos suficientes, que nos permitiam, quase a cem por cento, garantir esta conquista, de imediato informámos a autarquia de Ródão, tendo o Vice-Presidente, Luís Pereira, demonstrado também alguma euforia, por mais uma conquista importante para o nosso concelho. Em Vilas Ruivas, também muitos amigos e naturais da aldeia participaram nessas sugestões e exposições, tendo o nosso amigo Nuno Mendes, recebido em primeira mão, a decisão da CP, após uma dessas exposições. Por vias disso mesmo, não o nego, estou felicíssimo com esta decisão da CP, após as exposições que foram feitas, e da entrega de todos á mesma causa. Todos juntos, remando para o mesmo lado, conseguimos uma conquista importante para o nosso concelho natal. Todos nos orgulhamos disso mesmo. Todos estamos felizes.
De agora em diante, os rodanenses, têm á sua disposição um meio de transporte mais rápido, mais cómodo e com horários compatíveis, para se deslocarem a Lisboa em pouco mais de duas horas. Ou seja, de comboio, os rodanenses chegam mais depressa ao centro da cidade de Lisboa, do que propriamente de viatura própria pela A-23, A1, e pelas Avenidas e Ruas de Lisboa, sempre “empestadas” de muito trânsito , e evitam essas confusões do trânsito na grande urbe que é a capital do nosso País. Dizia-me um amigo nosso, que “agora podemos ir de manhã a Lisboa, fazermos as nossas compras, irmos a consultas médicas, hospitais, e onde for preciso e necessário, e voltarmos antes das dez da noite a Ródão, sem preocupações de trânsito, sem portagens, e sem gastar metade do que se gastava em combustíveis”.
Para todos aqueles que ainda não têm conhecimento dos novos horários dos comboios intercidades, eles aqui ficam:

Lisboa-Ródão
Manhã
Tarde
LISBOA - SANTA APOLONIA
08:08
19:08
LISBOA - ORIENTE
08:18
19:18
VILA FRANCA DE XIRA
08:34
---
SANTAREM
09:15
20:09
ENTRONCAMENTO
09:34
20:30
ABRANTES
09:58
20:51
ALFERRAREDE
10:04
20:57
RODÃO
10:50
21:43
CASTELO BRANCO
11:31
22:21
FUNDAO
12:08
22:59
COVILHA
12:24
23:15

Ródão- Lisboa
Manhã Tarde
COVILHA
07:30
15:35
FUNDAO
07:46
15:51
CASTELO BRANCO
08:38
16:43
RODÃO
09:02
17:07
ALFERRAREDE
09:48
17:53
ABRANTES
09:57
18:00
ENTRONCAMENTO
10:22
18:23
SANTAREM
10:40
18:42
VILA FRANCA DE XIRA
---
19:14
LISBOA - ORIENTE
11:28
19:28
LISBOA - SANTA APOLONIA
11:35
19:35


Com estes horários, torna-se também necessário e importante fazer uma correcta divulgação aos nossos concelhos vizinhos de Nisa e Proença a Nova, para que efectivamente, a nossa estação ganhe ainda um maior movimento, avançando mesmo, para um interface de autocarros, que bem poderiam servir os passageiros desses dois concelhos, á semelhança do que acontece em Castelo Branco. Aliás, penso que isso será absolutamente necessário, pois tanto a Câmara Municipal de Nisa, como a Câmara Municipal de Proença a Nova, podem e devem colocar autocarros á disposição de quem queira embarcar em Vila Velha de Ródão, no comboio intercidades. A nossa edilidade, deverá pois, criar essas condições, e apostar também nessa divulgação, já que todos teríamos a ganhar com esse interface na sede do nosso concelho. Seria bom para o nosso concelho, e todos ganhavam, porque não dizê-lo, com o negócio.


PRIMEIRO MINISTRO, JOSÉ SÓCRATES FEZ AS HONRAS


INAUGURAÇÃO OFICIAL DA ELECTRIFICAÇÃO DA LINHA DA BEIRA BAIXA
Pouco passava das 8.00 horas da manhã, quando o nosso Primeiro-Ministro, José Sócrates, embarcou no comboio intercidades em Santa Apolónia rumo a Castelo Branco. Desta vez, não para fazer uma das tantas viagens que fez, enquanto mais jovem, até ao Tortosendo, mas sim para efectuar a viagem inaugural das obras de electrificação da Linha da Beira Baixa
Numa viagem que demorou cerca de três horas até á capital da Beira Baixa (com paragem obrigatória em Vila Velha de Ródão), José Sócrates referiu que “ a aposta nesta Linha era obrigatória por parte do governo, e nunca se pensou em desistir. Este investimento tinha que ser efectuado agora, porque esta Linha já merecia, face á deterioração que já apresentava”, acrescentando ainda que “ a aposta vai agora pela conclusão da electrificação até á Guarda”.
A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, adiantou aos jornalistas presentes, “ que o orçamento inicial de 75 milhões de euros previsto para as acções de modernização entre Mouriscas e Castelo Branco foi ultrapassado”, acrescentando ainda que “isso se deveu a melhoramentos na Linha que não estavam inicialmente previstos, mas que tinham obrigatoriamente de ser feitos”. Ana Paula Vitorino concluiu que “estas obras permitem doravante, encurtar o tempo de viagem entre Lisboa e Castelo Branco em cerca de vinte minutos viabilizando também a poupança de 300 mil euros por ano em combustível e cerca de um milhão de euros em custos de manutenção”.
António Ramalho, presidente da CP, acrescentou que as obras de modernização significam a possibilidade de realizar o circuito Lisboa-Castelo Branco “com quatro serviços intercidades todos eles abaixo das três horas” e salientou o facto de a electrificação implicar uma redução de 60 por cento de dióxido de carbono, consequência inserida na política de responsabilidade social da CP.
A electrificação da linha férrea entre Lisboa e Castelo Branco implicou obrigatoriamente a supressão de 48 passagens de nível existentes, e prevê o encerramento de outras nove nas obras a iniciar e já iniciadas.
A modernização da linha férrea passa pela aposta na tecnologia. Foram inseridos sistemas de controlo de velocidade, telecomunicações e sinalização, entre outros.

14, 15 e 16 de Agosto, em Vilas Ruivas
FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DO CASTELO
As festas mais antigas e tradicionais do concelho de Vila Velha de Ródão, realizam-se já nos próximos dias 14,15 e 16 de Agosto. São as festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, na aldeia de Vilas Ruivas, e que este ano voltam á sua forma original como aconteceu em tantos séculos. Quando falamos no regresso á forma original, referimo-nos á Festa Religiosa, que volta este ano à Ermida de Nossa Senhora do Castelo, lá bem no alto da serra, após as obras de restauro levadas a efeito pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, como, e aliás, fizemos referência na última edição do nosso jornal. Obras que demoraram mais do que o previsto, concluídas pela actual gestão autárquica, sob o mandato da Drª Maria do Carmo Sequeira, e que aliás, eram um ponto de honra para a edil, perfilando-se também, e brevemente, o início das obras de restauro do Castelo e de toda a zona envolvente, de um local paradisíaco, e que é sem sombra de dúvidas, um dos ex-librís do nosso concelho. Após essas obras estamos certos, os turistas terão no local, todas as condições para “explorarem” tão majestosa paisagem.
Como se disse, a festa religiosa terá lugar na Ermida de Nossa Senhora do Castelo no dia 15 de Agosto ás 17.00 Horas, onde será celebrada a Missa, seguida de Procissão no local e um cortejo de automóveis até ao Largo Principal da Aldeia, onde será efectuado o Adeus à Nossa Senhora.
Quanto á festa pagã, ela começa logo no dia 14 de Agosto, com animação de rua por parte das Aparelhagens Sonoras “Octávio” do Marmelal, com a Kermesse a ser inaugurada ás 16.00 Horas. À noite, regressa a Vilas Ruivas, a consagrada e campioníssima organista/acordeonista, Carla Carapeto, de Sesimbra, que abrilhantará o Baile até ao nascer do Sol.
No dia 15 de Agosto, é o dia grande da festa, com a festa religiosa, mas bem cedo, a alvorada será dada pela animação de rua a cargo das Aparelhagens Sonoras “Octávio” do Marmelal. À noite, o prestigiado conjunto musical “ Toc & Foge”, do Tramagal, abrilhantará o tradicional baile, até ás tantas da madrugada. Finalmente, na tarde do dia 16, terão lugar as provas desportivas, recreativas e tradicionais para os jovens da aldeia, bem assim como o grande Torneio de Sueca. À noite, o conjunto Musical Oàsis, dos Cebolais de Cima, terá a seu cargo a animação do baile até ao nascer do Sol, sem antes, pelas 2.00 Horas, se conhecer a Comissão de Festas para o ano de 2006.
A par dos festejos, estará patente uma exposição e venda de Artesanato da consagrada artista, Maria da Graça Pereira. De salientar também, que a Comissão de Festas de 2005, organiza em todas as noites, concursos de dança tradicional, onde serão distribuídos bons prémios para os vencedores de cada concurso. A Festa terá o apoio da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão e do Jornal “O Concelho de Vila Velha de Ródão”, para além de muitas empresas do nosso concelho, que assim se juntam aos festejos mais antigos e tradicionais do concelho de Vila Velha de Ródão.
Mais uma vez se espera a presença de muitos filhos da aldeia, bem assim como de muitos rodanenses, que continuam a nutrir um grande carinho e um simbolismo muito grande pelas Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo.
A comissão de Festas de 2005 é constituída por João Pires Agostinho, Rui Filipe Pires, José Pires Agostinho, Vítor Pires, Jeremias Neto e Manuel Esteves, e todos acreditam, que mais uma vez as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo vão ser um êxito, contando para isso, com a colaboração de todos.

A 17 de Agosto
GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS COMEMORA O 1º ANIVERSÁRIO
A mais recente Associação do nosso concelho – O Grupo de Amigos de Vilas Ruivas-, comemora no próximo dia 17 de Agosto, o seu primeiro aniversário.
Com a primeira fase das obras quase concluídas (pois muito ainda há para fazer!), o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas tem sido um caso sério de sucesso junto da população e dos naturais e amigos da aldeia. Desde a sua fundação, conseguiu realizar uma série de eventos que deixou “água na boca” a todos aqueles que participaram nos mesmos. Desde o Magusto e das Festas de Natal e Reveillion, até ás festas de Carnaval, Páscoa e Sardinhada, o Grupo conseguiu congregar junto de si, centenas e centenas de pessoas, que participaram nestes eventos, dando uma outra movimentação e alegria à aldeia. Já com muitos associados, os projectos são mais abrangentes, mas como se costuma dizer na gíria, “Roma e Pavia não se fizeram num dia”. No entanto, muitas mais iniciativas vão surgir, sob a organização do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas. Interessa sobretudo verificar, que a população está unida pela mesma causa, e que em muito tem ajudado, tanto na compra, como nas obras da futura sede social . Para este primeiro aniversário, coincidente com as Festas de Nossa Senhora do Castelo, nada está previsto, mas não seria de admirar que outro evento surja de surpresa para gáudio de todos. Ou como dizia um dos seus responsáveis: “ é um caso a pensar”.
O principal salão está concluído, e tem sido o ponto de convívio de toda a população. No entanto, e pela pior maneira, o Grupo foi notícia na noite de 13 de Julho, com uma tentativa de assalto ás suas instalações. Perto das 3.00 horas da madrugada tentaram arrombar a porta principal com um pé-de-cabra, mas como apanharam gente acordada aquela hora, não tiveram tempo de concretizarem os seus intentos. De tudo isto, foi dado conhecimento à GNR de Vila Velha de Ródão, e à nossa autarquia. No entanto, não se percebe bem o porquê dessa tentativa, já que no interior do edifício nada existe de muito valor, mas a população sempre vai dizendo que é “descaramento tentarem um assalto bem no centro da aldeia, pois é bom não esquecer que as casas vizinhas estão habitadas, e por vias disso mesmo, arriscam-se a muita coisa”.

DONATIVOS
Continuam a chegar donativos para a aquisição e obras de remodelação da sede social do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.
O ponto da situação é o seguinte:

Saldo anterior......................6 665,00 euros

Joaquim Esteves São Pedro............100, 00 euros
Agostinho Carmona Lourenço...........40,00
D. Alice..................................................25,00
Diamantino Gonçalves........................50,00
José Pereira Correia (Fratel).............75,00
Nuno Filipe Dias Mendes.................100,00
Liliana Dias Mendes.........................100,00
José Pires Rombo.............................100,00
Fernando Lourenço Ribeiro............100,00

A Transportar.....................7 355,00 euros







terça-feira, junho 28, 2005

Jornal Informativo nº8/2005

FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DO CASTELO- 2005
AS MAIS ANTIGAS E TRADICIONAIS DO NOSSO CONCELHO
Já é conhecido o programa dos Festejos em Honra de Nossa Senhora do Castelo, que se realizam a 14, 15 e 16 de Agosto de 2005 na aldeia de Vilas Ruivas.

Estes são os festejos mais antigos e tradicionais do concelho de Vila Velha de Ródão, embora alguns escribas da nossa praça ( inclusivamente de alguns jornais regionais ...), continuem a ignorar tal facto, dando destaque a outros festejos, que embora também antigos, nada têm a ver com a antiguidade e com a tradição dos festejos em Honra de Nossa Senhora do Castelo. Aliás, e para aqueles que não têm conhecimento dos factos, sempre podemos adiantar que, e segundo os documentos históricos consultados, e por demais evidentes, os Festejos em Honra de Nossa Senhora do Castelo e em Honra de Nossa Senhora dos Remédios são efectivamente os mais antigos e tradicionais do concelho de Vila Velha de Ródão. Por isso, e pensamos nós, deveriam ter um maior destaque. Infelizmente, alguns escribas que mal conhecem a história do nosso concelho, continuam a atirar “atoardas” para a Praça Pública, dando destaque a festejos, que embora mais grandiosos, nada têm a ver com a tradição e costumes dos Festejos referidos.

Eis então o programa dos Festejos em Honra de Nossa Senhora do Castelo, a realizar na aldeia de Vilas Ruivas, nos dias 14, 15 e 16 de Agosto de 2005.

Dia 14 de Agosto de 2005.
16.00 Horas: Inauguração da Quermesse e animação de rua com a aparelhagem sonora “ Octávio” do Marmelal.
20.00 horas: Inauguração da Exposição de Artesanato de Maria da Graça Pereira.
22.00 Horas: Grandioso Baile com a consagrada Acordeonista e Organista, CARLA CARAPETO.
CONCURSO DE DANÇA TRADICIONAL

Dia 15 de Agosto de 2005.
16.00 Horas: Abertura da quermesse. Animação de Rua, com a aparelhagem “ Octávio “ do Marmelal.
17.00 Horas: Missa em Honra de Nossa Senhora do Castelo, celebrada na Capela da Serra, seguida de Procissão no local, seguindo-se o cortejo de carros até ao Largo Principal da Aldeia de Vilas Ruivas, onde será efectuada a Procissão do adeus à Nossa Senhora do Castelo .
22.00 Horas: Grandioso Baile com o Conjunto Musical “ TOCA e FOGE “
CONCURSO DE DANÇA TRADICIONAL

DIA 16 de Agosto de 2005.
16.00 Horas: Abertura da quermesse: Animação de Rua com a Aparelhagem Sonora “ Octávio” do Marmelal.
17.00 horas: Grande torneio da Sueca
17.30 Horas: Provas Desportivas, Recreativas e Tradicionais para os jovens da nossa Aldeia.
22.00 Horas: Grandioso Baile com o Conjunto Musical Oásis.
CONCURSO DE DANÇA TRADICIONAL
02.00 horas: Nomeação da Comissão de Festas para o ano de 2006.


terça-feira, junho 21, 2005

Jornal Informativo nº7/2005



Vilas Ruivas: A 15 de Agosto...bem no Alto da Serra
FESTA RELIGIOSA VOLTA Á CAPELA DE NOSSA SENHORA DO CASTELO

Doze anos depois, as Festas Religiosas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, voltam ao seu local de origem. Após os assaltos e o vandalismo de que a Capela foi alvo, inibindo o local de albergar qualquer tipo de eventos religiosos, a população de Vilas Ruivas vê finalmente as obras concluídas na Ermida, e vê também regressar uma tradição de séculos. Uma obra executada pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, com o apoio de algumas verbas governamentais. A Presidente da Câmara Municipal, Drª Maria do Carmo Sequeira, cumpre assim uma promessa feita á população da aldeia de Vilas Ruivas, depois, de no passado, terem existido alguns avanços, mas também muitos recuos neste processo.
Esta obra é a primeira a estar concluída de um projecto global para aquele local paradisíaco do nosso concelho. Seguir-se-ão as obras de reconstrução do Castelo e de toda a zona envolvente, dotando o local, de todas as infra estruturas necessárias para um Turismo de qualidade.
Relembramos que a Ermida de Nossa Senhora do Castelo foi vítima de muitos assaltos e de vandalismos, de onde foram roubadas muitas peças de valor inestimável, que provocou mesmo uma investigação da Polícia Judiciária ao longo de muito anos. Investigação essa, que contou com a colaboração do nosso saudoso Director, Domingos Alves Dias, D. Manuela Pires Lourenço, Abel Pires Carmona, e o próprio presidente da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão, Eurico Mota, que também acompanhou de muito perto todo este processo. Infelizmente, essas peças nunca mais foram recuperadas, apesar de muitas viagens, tanto a Lisboa, Tomar, Guarda, como mesmo a Coimbra e ao Porto, onde foram apreendidas muitas peças de Arte Sacra. Infelizmente, nenhuma dessas peças, fazia parte das Talhas e do Altar da Ermida de Nossa Senhora do Castelo.

Alguns comboios eléctricos já circulam na Linha da Beira Baixa
Á ESPERA DA INAUGURAÇÃO OFICIAL POR PARTE DO GOVERNO

A partir de 01 de Junho, alguns comboios eléctricos já começaram a circular na Linha da Beira Baixa, até Castelo Branco. No entanto, aguarda-se pela inauguração oficial dessa obra, que em muito vai beneficiar todos aqueles que utilizam assiduamente a nossa Linha. Será o próprio Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates, a inaugurar a conclusão das obras. Até ao encerramento do nosso Jornal, essa data ainda não era conhecida. No entanto, a informação que nos chegou, é que ainda faltam terminar algumas obras nas estações de Ródão e Castelo Branco, e só após as conclusões das mesmas, é que tudo estará pronto para a inauguração oficial da electrificação da Linha da Beira Baixa, no troço entre Mouriscas-A e Castelo Branco.


Grupo de Amigos de Vilas Ruivas
PRINCIPAL SALÃO DA ASSOCIAÇÃO JÁ ESTÁ PRONTO

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Num espírito notável de entre ajuda entre a população de Vilas Ruivas e os técnicos responsáveis pela remodelação do imóvel destinado á sede do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, já foram concluídas as obras no principal salão situado no piso inferior. Um salão espaçoso, convidativo à entrada de toda a população e amigos da aldeia de Vilas Ruivas, e onde ficará instalado o principal ponto de convívio para todos, isto, pese embora o facto, de no piso superior, estar projectado um outro salão destinado á juventude da aldeia, onde serão futuramente instalados diversos materiais de entretimento, tais como multimédia, internet, snookers, entre outros. Ao obras vão continuar, e tudo aponta para que no final do mês de Julho, esta primeira fase das obras estejam concluídas, até porque o espaço já terá que estar disponível para o trabalho preparativo da Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, que se realizam a 14, 15 e 16 de Agosto.


DONATIVOS CONTINUAM A CHEGAR
Os donativos para a compra e obras da sede do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, continuam a chegar um pouco de todo o lado. Da população, de amigos da aldeia , de empresários do concelho e de outras forças vivas, que assim vão colaborando também com este bonito projecto.

Saldo anterior..................................5 475,00 euros

Móveis Cabaço............................................... 50,00 euros
Manuel Pires Rombo..................................... 50,00 euros
João Pires Alves.............................................. 60,00 euros
Rui Manuel Filipe Pires................................. 100,00 euros
João Marques Cardoso.................................... 50,00 euros
Arlindo Gonçalves Mendes Rei...................... 100,00 euros
Eng. Conceição Lopes e Raquel Lopes............ 250,00 euros
Manuel Esteves Filipe...................................... 50,00 euros
José Pires Cardoso........................................... 100,00 euros
R. Mendes.......................................................... 30,00 euros
Maria da Luz Pires Alves................................ 100,00 euros
Manuel Ribeiro Mendes.................................. 100,00 euros
José Jesus Mendes........................................... 100,00 euros
Vagner Alves Farinha...................................... 50,00 euros

A Transportar.................................... 6 665,00 euros

Ainda muito longe daquilo que é desejado, e das verbas que são efectivamente necessárias para a aquisição e remodelação da sede social da Associação, os donativos vão chegando ao Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.
A todos os naturais e amigos da aldeia, que desejem colaborar para este bonito projecto, podem efectuar o respectivo donativo através do NIB: 003509150000781703096, da Conta da Associação na Caixa Geral de Depósitos, ou enviar cheque á ordem do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, para a seguinte morada: Rua Principal, n.º 2 Vilas Ruivas 6030 Vila Velha de Ródão. A Associação continuará a divulgar os resultados dos donativos nas páginas do nosso jornal.


Duzentas e cinquenta pessoas à mesma mesa...
MEGA SARDINHADA FOI UM SUCESSO
Organizada pelo Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, realizou-se no pretérito dia 11 de Junho, uma mega sardinhada no Largo Principal da Aldeia, que juntou á mesma mesa, cerca de 250 pessoas. Com Sardinhas, Caldo Verde, o bom vinho, doces regionais, e muito mais, esta festa convívio contou também com a presença da Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Drª Maria do Carmo Sequeira, o Vice-Presidente, Luís Ferro Pereira, o Presidente da Assembleia Municipal, Eng. Conceição Lopes e o Presidente da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão, Eurico Mota, também eles, a conviverem com a população da aldeia, apreciando a boa ementa oferecida. Uma visita que muito deixou orgulhosos os habitantes da aldeia de Vilas Ruivas, bem assim como a Direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.

Desde as 18h00 horas, até perto das 23h30 horas, foram nove caixas da boa sardinha assada, duas caixas de carapaus, um “caldeirão” do bom caldo verde, pão, dezenas e dezenas de doces regionais, por entre muita bebida fresca, já que a tarde estava quente. Ao som das Aparelhagens Sonoras “Octávio”, do Marmelal, o baile não poderia faltar, e foi com agrado que muitos pares ainda fizessem o seu pé de dança no Largo Principal da Aldeia.
Os objectivos desta iniciativa, para além do saudável convívio entre todos os naturais e amigos da aldeia, passou também por angariar mais fundos para as obras da sede da Associação.
Para além deste aspecto, foi bonito vermos naturais da aldeia, que há muitos anos ali não se deslocavam, e que ficaram maravilhados com aquilo que viram. Muitas habitações novas, muitas casas reconstruídas, aguçaram um pouco o apetite daqueles que viram uma aldeia em franco desenvolvimento. Muitos desses, até já pensam seriamente em reconstruir aquelas que foram as casas dos seus pais ou dos seus avós. Muitos optaram por passear nas ruas da aldeia e relembrar a juventude de outrora. Uma nostalgia de saudades, que poderá ser o ponto de partida para um regresso ás origens.


Dias 14, 15 e 16 de Agosto.......
FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DO CASTELO
Na próxima edição do nosso jornal, daremos conhecimento de todo o programa dos festejos deste ano, em Honra de Nossa Senhora do Castelo.
A missa em Honra de Nossa Senhora do Castelo, como já se disse, vai voltar á Ermida, lá bem no alto da serra, e realiza-se ás 17h00 horas.


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