terça-feira, fevereiro 19, 2008

DIA 14 DE JUNHO,NA FESTA DA SARDINHA,GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS ESTÁ A PENSAR LEVAR A EFEITO O 1º ENCONTRO DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA

Ainda no que diz respeito à vida da Associação, Jorge Cardoso adiantou em primeira mão ao nosso jornal que “no próximo dia 14 de Junho, estamos a pensar organizar conjuntamente com a Festa da Sardinha, o I Encontro Nacional de Música Tradicional Portuguesa, onde vamos trazer até Vilas Ruivas, algumas bandas, não só do nosso Distrito, mas também fora dele, onde se inclui a actuação do nosso Grupo Musical “Os Quintarolas”.

A Associação, através da sua secção cultural, com o Rui Marques e o Nuno Mendes, também dos “Quintarolas”, estão a levar por diante esta mega-organização, que espero, seja um verdadeiro êxito e que traga até Vilas Ruivas muitas centenas de pessoas. Por isso, lanço o repto a todos os associados para nos ajudarem também em levar por diante este evento, pois nesse dia, todo o pessoal será pouco para trabalhar na nossa Associação, já que esperamos muita gente na nossa Aldeia.





È lógico que contamos com o apoio da Junta de Freguesia e com o apoio da Câmara Municipal, mas não em termos financeiros, porque esse tipo de apoio está destinado às Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo. Não queremos dinheiro para a realização deste evento.



A seu tempo, e com o decorrer dos contactos que vamos mantendo, iremos contactar estas entidades apenas para um apoio logístico ao evento, que passa pela montagem do palco e algumas lembranças (Kits) do nosso concelho para distribuir pelos Grupos que nos vão visitar nesse dia. Apenas e só isto, porque não queremos interferir com as Festas de Nossa Senhora do Castelo. Essas sim, a Câmara certamente apoiará como sempre tem apoiado até aqui”, acrescentou Jorge Cardoso.

DIA 15 DE MARÇO 2008: ASSEMBLEIA GERAL DO GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS


Dia 15 de Março, pelas 19.00 Horas, na sede da Associação.
GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS EM ASSEMBLEIA GERAL


Realiza-se no próximo dia 15 de Março de 2008, pelas 19.00 Horas, na sede da Associação do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, a Assembleia Geral Ordinária para Apresentação, discussão e votação da Conta de Gerência do ano de 2007, para além de outros assuntos de interesse para a Associação.

A Direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, apela a todos os sócios para participarem nesta Assembleia Geral, até porque no próximo ano, vão ser realizadas eleições para todos os Corpos Sociais, e é de todo importante que os associados tenham conhecimento da situação actual da Associação.

Para Jorge Manuel Cardoso, Presidente da Associação, “ ao contrário do que se previa, a Associação movimentou mais verbas durante o ano de 2007 do que em 2006, contrariando um pouco a situação que se vive um pouco por todas as Associações deste género, onde as dificuldades são evidentes”, adiantando ainda que “ a Associação, felizmente, não deve nada a ninguém, e em pouco mais de três anos, fez investimentos e pagou despesas de quase 100.000€, o que demonstra o cuidado desta Direcção na movimentação de verbas. São estes dados que vamos apresentar aos sócios com algum orgulho na obra feita”, acrescentou.




Sobre o futuro, Jorge Cardoso refere que “ desejaríamos completar a segunda fase das obras ainda neste mandato, que passa pelo salão superior do edifício e pelo logradouro onde vão ser instaladas infra estruturas comunitárias, obras que podem custar entre 30.000€ e 40.000€, o que actualmente ainda é incomportável para os cofres da Associação. No entanto, tudo isto passa pela angariação de receitas e de donativos, e desejo que mais uma vez os associados estejam do nosso lado.”, adiantou.

Sobre a possibilidade de novo mandato, Jorge Cardoso refere que “ sabemos o quanto é trabalhoso manter uma Associação em funcionamento. O que me orgulho dos elementos desta Direcção, e de toda a população de Vilas Ruivas, é que em mais de três anos, a Associação nunca fechou um dia que fosse, estando sempre aberta durante a tarde para o convívio de toda a população. Isso orgulha-me imenso e tiro o chapéu a todos aqueles que lá estão e que trabalham em prol da comunidade. Sem eles, não seria possível este êxito.

Também sei que há muita gente cansada e que a idade de alguns vai pesando. Sei disso e compreendo os meus colegas, apenas lastimando que a minha vida profissional esteja na Grande Lisboa, não podendo dar mais ajudas do que aquelas que me é possível dar. Daí que faça um apelo a todos aqueles que estejam em condições de fazer algo pela nossa aldeia, que venham pensando em arranjar alternativas a esta Direcção, sabendo também que, a Associação terá que ir sempre em frente, seja com esta ou com outra Direcção. O mais difícil já foi feito, a partir daqui, tudo o que vier por acréscimo é bem vindo.”, rematou ainda Jorge Cardoso.

sábado, fevereiro 16, 2008

2º PASSEIO PEDESTRE - 2008 -ROTA DAS INVASÕES- VILA VELHA DE RÓDÃO-VILAS RUIVAS

2.º PASSEIO PEDESTRE – 2008

Convite para um passeio pedestre numa das muitas zonas de rara beleza espalhadas um pouco por todo o lado

ROTA DAS INVASÕES
(VILA-VELHA-DE-RODÃO)
DIA 23 DE FEVEREIRO (Sábado) DE 2008



ZONA DA ACTIVIDADE: Sede de concelho de Vila Velha de Ródão, situado a sul do distrito de Castelo Branco, entre o rio Tejo e o seu afluente Ocresa, com uma extensão aproximada de 330 Km2, tendo como acessos principais a A23, o IP2, o IC8 e a linha férrea da Beira Baixa. Esta é uma zona de transição entre o Alentejo e a Beira Interior, facto bem patente na paisagem, com as suas alterações de relevo, de formações geológicas e de coberto vegetal.

As zonas de planície, granito e montado de sobro e azinho dão lugar, para Norte, ao xisto e ao pinhal Hoje predominantemente terra de pinheiros e eucaliptos intercalados de raros zimbros, esta região foi outrora densamente plantada com olival em condições particularmente difíceis. Quem visitar estas paragens terá como primeira grande surpresa a paisagem deslumbrante das Portas de Rodão, no Rio Tejo, verdadeiro ex-libiris desta Vila.





Esta região da Beira Interior, constitui num território de enorme beleza que oferece experiências únicas, que se estende por uma área de cerca de 2.600 Km2, fazendo parte do 1.º Geopark Português. Este Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, criado pela UNESCO, em 2006, une os municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão, tendo como objectivo valorizar os locais que agem como testemunhos-chave da História da Terra, fomentando o emprego e promovendo o desenvolvimento económico regional, dos quais fazem parte, entre outros geomonumentos, as Portas de Ródão, no Rio Tejo e as de Almourão, no Rio Ocreza, ambas situadas no concelho de V.V. Ródão.




CARATERISTICAS DA ACTIVIDADE: actividade pedestre circular de grau médio/baixo, com uma extensão de cerca de 15 km e 5 horas de duração, a desenrolar-se por caminhos rurais, estradões, alcatrão e algum corta-mato, aberta a todos, sem limite de idade desde que tenham alguma condição física, vontade e força de espírito.

CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO:
Deslocação/Custo
A deslocação será em autocarro, com preço de inscrição de 14.00 euros (apenas custo do autocarro), a pagar no acto da inscrição, até ao dia 18 (Segunda-Feira, pessoalmente ou para a conta: CGD – 000127041575600 – NIB 0035.0127.00041575600.35




LOCAL DE ENCONTRO
O ponto de encontro é em Sete Rios, às 7,00 horas de Sábado dia 23 de Fevereiro de 2008, frente à entrada principal do ZOO.
Recomendações:

1 – Equipamento:

Roupa leve (adequada às condições atmosféricas da altura), boné e botas ou ténis de sola dura (mas nada de sapatilhas ou similares!). Máquina fotográfica, binóculos.

2 – Alimentação:

Levar farnel (líquidos e sólidos) para repor energias durante a actividade.

Advertências

1 - Dado o carácter informal e não lucrativo desta actividade, realizada por um grupo de amigos, apesar do risco de acidentes ser praticamente nulo, alertam-se os participantes de que a eventualidade da ocorrência de algum percalço pessoal será da sua inteira responsabilidade.

2 – Se não houver número suficiente para rentabilizar o autocarro e existirem interessados combinar-se-á entre os mesmos as condições de deslocação.
3 – Esta actividade pode ser cancelado por motivos de força maior

M E X A M – S E





DIVULGUEM E PARTICIPEM QUE VALE A PENA!

Contacto
Abílio Tavares/João Belo
Email: casalinho.cardigos@gmail.com
TMN: 96 56 15 67


SOBRE A ACTIVIDADE

O que é um Geoparque?

Um Geoparque é uma área com expressão territorial e limites bem definidos, que contem um número significativo de sítios de interesse geológico com particular importância, raridade ou relevância cénica/estética. Estes sítios que reportam a memória da Terra fazem parte de um conceito integrado de protecção, educação e desenvolvimento sustentável. Um Geoparque tem como objectivos primários:

-Conservação

Um Geoparque procura a preservação dos geossítios de particular importância, explorando e desenvolvendo métodos de excelência em conservação. A autoridade de gestão do Geoparque assegura as medidas de protecção adequadas em colaboração com as universidades, os serviços geológicos e outras instituições relevantes em acordo com as práticas locais e as obrigações legislativas.






-Educação


Um Geoparque organiza actividades para o público e providencia apoio logístico na comunicação do conhecimento geocientífico e dos conceitos ambientais. Este apoio realiza-se através da protecção e identificação de geossítios, desenvolvimento de museus, centros de informação, percursos pedestres, visitas guiadas, visitas de estudo, materiais de divulgação, painéis, mapas, material educativo, seminários, entre outros. Um Geoparque apoia a investigação científica em cooperação com as universidades e instituições de investigação, estimulando o diálogo entre as Ciências da Terra e as populações locais.


-Turismo de Natureza


Um Geoparque estimula a actividade económica e o desenvolvimento sustentável através do Turismo de Natureza. Com efeito, existe o estímulo ao desenvolvimento sócio-económico local através da promoção de uma imagem de excelência intrinsecamente relacionada com um reconhecido património natural de importância internacional, que atrai um número crescente de turistas de todo o mundo. Este facto tende a encorajar a criação de empresas locais ligadas ao sector do Turismo de Natureza, com produtos de qualidade certificada.


Actualmente existem 53 Geoparques classificados pela UNESCO, distribuídos pela União Europeia, China, Irão e Brasil. Esta Rede, em rápido crescimento, promove serviços de elevada qualidade, partilhando entre os Geoparques estratégias e boas práticas comuns para a preservação ambiental e desenvolvimento turístico e o intercâmbio de conhecimentos e apoios em diversas áreas. A gestão e as actividades dos Geoparques da UNESCO regem-se pelas linhas de referência e pelos critérios definidos por esta organização internacional.





A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) trabalha para a paz e segurança no mundo através do desenvolvimento de condições para o diálogo genuíno entre nações, baseando-se no respeito pelos valores partilhados e na dignidade de cada povo e cultura. Este diálogo centra-se em vários tópicos nos domínios da educação, da ciência e da cultura.


Monumento Natural das Portas do Ródão


Nem sempre o leito do Tejo correspondeu ao que hoje lhe conhecemos. Há muitos milénios, as suas águas cobriram esta vasta região espraiando-se até à Serra das Talhadas. A acção erosiva das águas deu origem a duas gargantas que hoje chamamos "Portas de Ródão”, no Rio Tejo e "Vale Mourão", no Rio Ocreza. As Portas de Ródão são uma formação geológica resultante da intersecção da Serra das talhadas com o curso do Rio Tejo.


Neste local há um estreitamento do vale, que aqui corre entre duas paredes escarpadas, fazendo lembrar duas "portas".A "porta" norte fica na margem esquerda do rio, no distrito de Castelo Branco, pertencendo por isso à região da Beira Interior, mas a "porta" sul situa-se na margem esquerda, no distrito de Portalegre e no concelho de Nisa, pelo que pertence ao Alto Alentejo .


No topo da "porta" norte, que é acessível por estrada, situa-se um pequeno castelo do Rei Wamba, de onde se vislumbra um vasto panorama da zona envolvente.
É de salientar a quantidade de pedras roliças - "conhos" - que se foram depositando na margem esquerda, a jusante das Portas de Ródão. A enormidade destas cascalheiras, pela sua beleza natural, pelo seu colorido e pelo testemunho natural que representam, são dignas de ser admiradas.

Testemunhos Históricos

Este castelo chamado Castelo de Ródão, também é conhecido por Castelo do Rei Wamba (672-680), último grande rei dos Visigodos. Constitui numa torre - atalaia, de planta quadrangular, denominada como torre de menagem, envolvida por uma muralha, erguida numa escarpa sobranceira ao rio Tejo, sobre as chamadas Portas de Ródão, um estreitamento no curso do rio. Do alto de seus muros, miradouro de visita obrigatória, o visitante descortina excepcional panorâmica do vale do Tejo. A uma distância de cerca de 150 metros, ergue-se a Capela de Nossa Senhora do Castelo, uma pequena capela rústica.




Rio Tejo

Este rio nasce em Espanha, na Serra de Albarracin, e termina o seu percurso, de 1100 Km, em Lisboa. Na sua passagem por Vila Velha de Ródão, deixou-nos o belo geomonumento que são as Portas de Ródão, imponente formação rochosa do período ordovícico. Durante muito tempo navegável, o Tejo desempenhou um importante papel nas ligações entre Portugal e Espanha e entre Lisboa e a Beira Interior. Em 1875 ainda existia um fluxo comercial, entre Ródão e Abrantes, que envolvia 278 embarcações.


Fazem parte da bacia hidrográfica do rio Tejo, nesta região, os rios Ocresa e Ponsu, ambos na sua margem esquerda.A paisagem das margens destes rios é constituída por relevos rochosos, com terraços de olival, cobertos com flora da região. Nestes rios navegam ainda botes, barcos típicos de madeira utilizados pelos pescadores para a faina piscatória e para deslocações e passeios.





Geologia


As paisagens naturais da Naturtejo incorporam uma riqueza e antiguidade geológicas ímpares, albergando uma enorme diversidade de geomonumentos que tornam a região um ponto de atracção para quem se interessa pela geomorfologia. De entre eles está este maciço quartzítico da Serra das Talhadas que esconde nas suas rochas evidências de um oceano com mais de 480 milhões de anos, dado actualmente a conhecer sob a forma de fósseis. Um passeio ao longo das suas cristas quartzíticas permitem reviver o mundo tal como ele era há milhões de anos, mas também sentir a força das movimentações da placa tectónica no passado e no presente

Fauna

A Naturtejo possui uma diversidade de fauna considerável, especialmente no que respeita a avifauna, que pode ser observada em diversos locais privilegiados. São muitas as espécies, algumas delas raras, que podem ser facilmente avistadas na região, de que se destacam: a águia imperial ibérica, a cegonha-negra, a águia-real, a águia de bonelli, o grifo, a cegonha-branca e o falcão-peregrino. Para além das aves, a Naturtejo é também o habitat natural de muitos mamíferos, como o veado, a lontra, a geneta, o gato bravo, o texugo, a raposa; e também de vários répteis, como o cágado de carapaça estriada, a osga turca e a cobra de capuz. Esta região prima ainda pela permanência de espécies que correm graves riscos de extinção, como o lobo e o lince.

Flora

A Naturtejo é essencialmente arborizada pelo pinheiro, azinheira e sobreiro. Mas por toda a região proliferam outras espécies vegetais dignas de referência, como o carvalhal negral, a oliveira, o pinheiro manso e o castanheiro. Especialmente nos declives podemos encontrar extensas manchas de matagal, de que fazem parte o medronheiro, o zimbro, a esteva, o rosmaninho, o alecrim, a roselha-grande, o sangalho, o jasmim, entre muitas outras espécies que tornam a Naturtejo uma terra verdejante e plena de vida.


Nota
Informação recolhida do site www.naturtejo.com







Informação do passeio pedestre de 23 de Fev. em Ródão.

A ideia é chegar pelas 9.30 á Residencial das Portas de Ródão (quem quiser toma café).

10 h. visita á casa das Artes e exposição de pintura ( Estamos em negociação para a abertura do espaço de manhã).

Segue-se passeio pedestre sinalizado " Rota das Invasões " (estamos numa de comemorar o bicentenário das invasões francesas que por aqui passaram).

Passagem pela Sra do Castelo pelas 12.00H

Alteramos o percurso da rota para passar por Vilas Ruivas onde eventualmente almoçaremos. Os participantes levam farnel.

Passagem pelo Malhadil, Farranheira e regresso a Ródão, já pelo PR - Rota das Invasões.

Eventual visita ao C.M.de Cultura (Se conseguir que esteja aberto á Tarde).

Pelas 17.00/ 18.00 regresso a Lisboa.

Levar farnel.

Calçado confortável .

Abrigo para a chuva.




quarta-feira, janeiro 23, 2008

FALECIMENTO EM VILAS RUIVAS

Faleceu ontem ,de doença prolongada, a "Ti Maria Bela" como era conhecida entre todos nós, naturais da aldeia de Vilas Ruivas.
Casada com o senhor António São Pedro Esteves, era mãe do nosso grande amigo Júlio Esteves.
O funeral realizou-se hoje, pelas 10,30 Horas, das Vilas Ruivas para o cemitério de Vila Velha de Ródão, seguido de grande acompanhamento.
A toda a Família, e em particular ao "Ti António" e ao nosso amigo Júlio, os nossos mais sentidos pêsames e votos de condolências.

Jorge M. Cardoso

quarta-feira, janeiro 16, 2008

GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS SALDOU ÚLTIMA DÍVIDA

A Direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas saldou no passado mês de Dezembro de 2007, a única dívida que ainda tinha, aquando da constituição da Associação, compra da Sede Social e Obras da 1ª Fase.
A verba ( 5.500 euros) foi saldada, e a partir do dia 1 de Janeiro, a Associação é de pleno direito, propriedade de todos os sócios e da Aldeia de Vilas Ruivas.

Mas não se pense que a Associação vai ficar por aqui quanto a investimentos. Já a partir deste mês, a Direcção do GAVR vai dedicar-se a angariar receitas para a 2ª Fase das Obras.

Esta segunda fase, engloba a remodelação do 2º Piso da Associação, e a construção do logradouro, obras que poderão ir até 50 000 euros.

Para o Presidente da Direcção, Jorge Cardoso “ é gratificante que em pouco mais de dois anos o Grupo de Amigos tenha movimentado cerca de 100 000 euros, e actualmente estar tudo pago às instituições a quem recorremos, para avançar com a Associação. Já podemos dormir descansados, pois as dívidas estão saldadas e esse era o nosso compromisso de honra. Este facto, dá-nos total garantias de num futuro que desejamos próximo, recorrermos às mesmas instituições para avançarmos com a 2ª fase das Obras, se tal for necessário, pois a porta ficou aberta. A partir de agora é avançarmos para a angariação de receitas com vista à 2ª Fase das Obras, pois seria gratificante sairmos deste mandato com as obras totalmente efectuadas na Sede da Associação”, adiantou.

A este respeito, Jorge Cardoso apela “ a todos os sócios e amigos da aldeia que continuem com o mesmo espírito associativo, e que continuem a entregar os seus donativos para a 2ª fase das obras, pois só assim podemos concluir o nosso trabalho, relembrando que em termos financeiros, e a nível de entidades oficiais, apenas recebemos cerca de 15 000 euros da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão quando da compra da Sede Social. A Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão, também nos ajudou com cimento e tijolos. O resto foram os donativos e o trabalho dos sócios”, adiantou ainda.

quarta-feira, janeiro 02, 2008

FESTA DE PASSAGEM DE ANO NO GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS FOI UM ÊXITO



( O já tradicional baile na Festa de Pasagem de Ano, no Salão do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, ao som da boa música popular portuguesa)


À semelhança dos anos anteriores, a Festa de Passagem de Ano 2007/2008 no Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, saldou-se num verdadeiro êxito.

Graças às senhoras da aldeia, tudo começou a ser preparado com antecedência para que nada faltasse no dia 31 de Dezembro. E assim foi. Pelas 19.00 Horas, começaram a chegar os convivas, para meia hora depois ser servido o jantar.

O prato típico de bacalhau assado na brasa foi a ementa para o jantar da grande noite, que a todos deixou satisfeitos. Seguiu-se um baile ao som da boa música tradicional portuguesa, e a actuação do "Ti Joaquim Carmona", que com o seu bandolim, a todos encantou. Com 90 anos de idade, o "Ti Joaquim Carmona" e o seu bandolim colocaram a sala a cantar temas populares, que emocionaram muitos dos presentes.



( Actuação do Ti Joaquim Carmona com o seu bandolim, foi momento alto na Festa de Passagem de Ano do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas )


À hora certa para a entrada do Ano Novo, foi a vez de estoirarem as rolhas das garrafas de champanhe, e as doze passas de uva para doze desejos para o novo ano.

Cá fora, no Largo Principal da aldeia, a fogueira aquecia os mais friorentos, e ali se contaram velhas histórias da aldeia.

Seguiu-se a ceia, onde nada faltou, desde o Leitão, até ao camarão, passando pelo Caldo Verde e doces regionais, que agradou a todos os presentes.

Seguiram-se mais uns pézinhos de dança pela noite fora, comemorando a entrada no novo Ano.

No primeiro dia do Ano, e a partir das 12,30 Horas, o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas voltou a encher-se para um farto almoço a todos os convivas.

Jogaram-se alguns jogos tradicionais, como a sueca, enquanto que outros optaram por um passeio pelas ruas, ruelas e caminhos da aldeia.

Ao fim da tarde, foi servido o lanche, culminando assim os Festejos da Passagem de Ano no Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.

Está de parabéns a Associação de Vilas Ruivas, que voltou a proporcionar bons momentos a todos aqueles que participaram nestes Festejos.




( Grupo de Amigos de Vilas Ruivas voltou a organizar a grande festa de passagem de ano que se saldou por um novo êxito)


Jorge Manuel Cardoso.

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