sábado, abril 12, 2008

UMA EXCELENTE NOVIDADE:A NOSSA ALDEIA DE VILAS RUIVAS VAI ESTAR LIGADA ÁS ÁGUAS DO CENTRO

ALDEIA DE VILAS RUIVAS VAI ESTAR LIGADA ÁS ÁGUAS DO CENTRO


Na sequência da notícia que publiquei aqui no nosso Blogue, e a qual também foi publicada no Jornal do Concelho de Vila Velha de Ródão, sobre a falta de pressão da água na nossa aldeia, temos agora excelentes notícias para a nossa aldeia de Vilas Ruivas.

Em conversa com o Vice-Presidente da Câmara Municipal, Luís Pereira, o mesmo confidenciou-nos que a Câmara Municipal vai resolver o problema da àgua em Vilas Ruivas, conforme foi aprovado .

À semelhança de muitas aldeias do nosso concelho, Vilas Ruivas vai estar também ligada à Empresa Águas do Centro, terminando assim de uma vez com os problemas existentes e que tanto apoquentam as nossas gentes.

É mais uma prova de que só podemos estar satisfeitos com o retorno da nossa Câmara Municipal aos problemas com que a nossa aldeia se debate. Sabemos perfeitamente as dificuldades económicas com que o nosso País se debate, e os consequentes cortes de verbas atribuídas aos Munícipios, mas esta decisão da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão em relação à nossa aldeia, revela que conhecem perfeitamente o problema com que nos debatemos, e que estão lá para os resolver.

Daí que não seja por demais saudar o executivo camarário na decisão tomada.

Os problemas da falta de pressão de água, e ás vezes da falta de água nas torneiras ( principalmente em épocas festivas) andam a atormentar as nossas gentes. Electrodomésticos avariados, banhos de água fria, canalizações entupidas e estragadas, são alguns dos problemas com que nos debatemos actualmente.

Pois bem, isso vai acabar, graças à decisão da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão.

Em meu nome, e penso que em nome de toda a população e naturais de Vilas Ruivas, o nosso agradecimento público a esta tomada de decisão da Câmara e do seu executivo, com um muito obrigado ao Vice-Presidente, Luis Miguel Ferro Pereira, por nos dar a novidade em primeira mão.

Vilas Ruivas vai ficar mais rica e com outras infraestruturas, acabando de uma vez por todas, com o problema da falta de pressão na água que corre nas nossas torneiras.


Jorge Manuel Cardoso

segunda-feira, março 24, 2008

ASSEMBLEIA GERAL DO GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS E RESCALDO DA QUADRA PASCAL PASSADA NA ALDEIA

ASSEMBLEIA GERAL DO GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS
CONTAS DE 2007 APROVADAS POR UNANIMIDADE


Realizou-se no pretérito dia 15 de Março, a Assembleia Geral do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, para aprovação das Contas de 2007, para além de outros assuntos de interesse para a Associação.

Com o parecer favorável do Conselho Fiscal, foram aprovadas as Contas da Associação Grupo de Amigos de Vilas Ruivas relativamente ao ano de 2007, bem assim como o relatório de actividades e Orçamento para o ano de 2008, tendo na votação deste último, existido apenas uma abstenção.

O Presidente da Direcção, Jorge Manuel Cardoso, explicou aos presentes todos os pormenores sobre as Contas de 2007, salientando como ponto mais importante, “ o pagamento de todas as dívidas existentes”, bem assim como a apresentação de cerca de 10 000 euros de consolidado para futuros investimentos na sede da Associação, principal objectivo desta Direcção. Investimentos que passam pela conclusão das obras no piso superior da sede da Associação, bem assim como obras no logradouro para benefício de toda a aldeia de Vilas Ruivas, de onde se destaca um forno e churrasqueira comunitária.




Sobre o estado financeiro da Associação, Jorge Manuel Cardoso adiantou aos presentes “ que felizmente esta Associação já demonstrou que tem pernas para andar, e a continuar assim, brevemente teremos as obras em marcha, que é o que nos falta. Passo a passo e seguros, estamos em crer que durante o ano de 2009 teremos as obras em marcha, desejando que ainda seja durante este nosso mandato que termina em Março de 2009, ou o mais tardar, durante o Verão do próximo ano”.

Sobre o futuro da Associação, o Presidente do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, referiu que “ a minha vida profissional está em Lisboa, e gostaria de ver mais gente à frente dos destinos da Associação. O trabalho mais difícil está feito, a partir daqui, quem vier tem tudo para fazer um bom trabalho em prol da Associação e da Aldeia. Pela minha parte, e se alguém desejar formar uma lista para as próximas eleições, estou cá para continuar a ajudar naquilo que posso e sei. Se não existir nenhuma lista, não vou deixar cair esta nossa Associação que tanto trabalho nos deu a formar. Mas neste momento desejaria entregar a Associação a outros sócios, a outra possível Direcção. Podem contar comigo, mas desejo que surjam alternativas a esta Direcção, pois somos poucos, e sei que muitos deles, pelos seus afazeres profissionais, estão cansados, embora seja gratificante, assistirmos a abertura da Associação aos sócios todos os dias, sem falhas, de há três anos e meio a esta parte”, adiantou Jorge Manuel Cardoso, enaltecendo ainda “ a dedicação de todos os elementos que trabalham em prol da Associação e da Aldeia, fazendo com que este projecto seja um êxito absoluto”.

O actual Tesoureiro, Acácio Rei, referiu que “também estou um pouco cansado, já que estamos cá há três anos e meio, e neste momento, o meu desejo também é dar lugar a outros”, acrescentou.

Já o Secretário, João Albino António, referiu que “ se o nosso Presidente sair da Direcção, eu vou sair com ele, pois foi com ele que eu entrei”, tendo o Presidente do Conselho Fiscal, José Pereira Corrreia, adiantando que “ ainda é muito cedo para se decidir quem sai e quem entra, e que é necessário dar prosseguimento à obra e mantermos bem viva a nossa Associação como até aqui “.

Interpolado sobre os apoios das entidades autárquicas, nomeadamente da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, o Presidente Jorge Manuel Cardoso, explicou que “ em termos financeiros apenas recebemos a comparticipação dos 20% da compra da sede por parte da Câmara Municipal, bem assim como um apoio logístico para as obras efectuadas, tendo a Junta de Freguesia na pessoa do saudoso “Sr. Eurico Mota”, disponibilizado tijolos e paletes de cimento. Talvez esperaria mais na atribuição de alguns subsídios camarários à nossa Associação, inclusivé por parte da Adraces, mas eles nunca chegaram. No entanto, a Câmara tem-nos apoiado de outra maneira, e não nos podemos queixar dessa parte, esperando também que nos apoie já no próximo dia 14 de Junho no I Grande Encontro Nacional de Grupos de Música Popular e Tradicional Portuguesa, a realizar aqui na nossa aldeia, por altura da III Edição da Festa da Sardinha, não em termos financeiros, mas em termos logísticos, como a montagem e desmontagem de palcos”, acrescentou ainda o Presidente da Direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.




Interpolado sobre os custos deste evento para a Associação, Jorge Cardoso referiu que “ os custos vão ser mínimos, pois o Rui Marques e o nosso Grupo “Os Quintarolas”, estão a estabelecer protocolos com esses Grupos para virem cá actuar de uma forma gratuita. Por parte da Associação, os custos serão as refeições a dar a todos os Grupos, a electricidade que se vai gastar, e as licenças especiais para este tipo de eventos. Custos perfeitamente ao alcance da nossa Associação”, acrescentou.

Sobre este Encontro de Música Popular em Vilas Ruivas, Jorge Cardoso referiu ainda que “oportunamente será dado conhecimento de todo o programa do evento, sabendo-se apenas que terá início pelas 18.00 Horas, do dia 14 de Junho de 2008, em simultâneo com a III Edição da Festa da Sardinha”, apelando ainda a todos aqueles que desejem assistir a este Encontro, que façam a sua inscrição antecipada no Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, já que o Largo Principal da Aldeia tem um número limite de lugares disponíveis nesse dia.


QUADRA PASCAL LEVOU MUITA GENTE A VILAS RUIVAS
UMA ALDEIA CHEIA DE MOVIMENTO.







Nesta quadra Pascal, foram muitos os naturais da Aldeia de Vilas Ruivas que disseram presente.

Já há muito tempo, excepção feita às Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo e a algumas iniciativas promovidas pelo Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, que não víamos a aldeia de Vilas Ruivas com tanto movimento.

Na realidade foram famílias inteiras que se deslocaram à aldeia para ali passar esta quadra Pascal, dando um extraordinário movimento às ruas da aldeia e à vida associativa do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.

Estamos em crer que este ano se bateram todos os recordes de presenças nesta Quadra Pascal, numa aldeia que teima em manter-se “branquinha e tradicional”, com muitas habitações reconstruídas e outras construídas de novo. A este propósito, preparam-se mais obras de construção e reconstrução na aldeia, daqueles que, embora estando longe, querem manter-se umbilicalmente ligados a Vilas Ruivas.

Também uma empresa do ramo imobiliário ficou maravilhada com as potencialidades da aldeia de Vilas Ruivas, e já se pôs em campo, para tentar ajudar ainda mais a “lutar” contra a desertificação, fazendo para já, um estudo de mercado, sobre a compra e venda de propriedades, bem assim como possíveis novas construções. Definitivamente, Vilas Ruivas caminha com passos seguros para um futuro ainda mais risonho.



FALTA DE PRESSÃO DE ÁGUA DEIXA POPULAÇÃO Á BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS
TOMAR BANHO DE ÁGUA FRIA EM VILAS RUIVAS


As constantes quebras na pressão da àgua, deixaram a população de Vilas Ruivas é beira de um ataque de nervos. E com razão, já que, e devido ao elevado número de habitantes e naturais da aldeia presentes em Vilas Ruivas nesta Quadra Pascal, a pressão da água era mínima, não dando sequer para tomar banho de água quente. A pressão nas torneiras era manifestamente insuficiente para que os esquentadores funcionassem, não restando outra alternativa, do que tomar banho de água fria, o que diga-se, nesta altura do ano, não é nada agradável.

Esta é uma situação que já vem atormentando a população de Vilas Ruivas a alguns anos a esta parte, e para a qual, ainda não existiu qualquer solução. Esquentadores que se avariam, falta de pressão nas torneiras, canalizações danificadas fazem com que a população de Vilas Ruivas se veja em dificuldades. Este foi um ponto de acesa discussão na aldeia, com muito descontentamento à mistura para a falta de soluções para a grave situação que se vai verificando nas torneiras de cada habitação.

É para já um aspecto que urge em resolver, pois mais uma vez se confirmou a falta de pressão nas torneiras, levando muita gente a ter que tomar banhos de água fria.

OBRAS NA ZONA ENVOLVENTE AO CASTELO E ERMIDA DE NOSSA SENHORA DO CASTELO
ROMARIA DE CENTENAS DE VEÌCULOS NESTA QUADRA PASCAL






Numa excelente obra desenvolvida pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão – honra seja feito a este executivo Camarário - , a zona envolvente ao Castelo e Ermida de Nossa Senhora do Castelo está a ganhar contornos de espectacularidade. Com a previsão final das obras para o próximo mês de Abril, aquela zona ex-libris do nosso concelho, serviu uma vez mais, para que centenas e centenas de veículos ali se deslocassem durante a Quadra Pascal, com inúmeros conterrâneos e turistas a fiacarem deslumbrados com o local e com as obras feitas.

Finalmente que se fez luz ao fim de tantos anos de pedidos, denúncias e reportagens sobre um local que até então estava condenado á destruição. Este elenco Camarário está de parabéns pela aposta feita, dando uma nova face ao local, e mais importante do que isso, preservando os nossos valores históricos e culturais. A população rodanense está agradecida por esta actuação em força num local considerado para muitos, como a sala de visitas de Vila Velha de Ródão. Parabéns Dra Maria do Carmo Sequeira pela obra feita.

Apenas uma consideração sobre os futuros estacionamentos. É que no dia 15 de Agosto, dia de Nossa Senhora do Castelo, são centenas e centenas de veículos que ali se deslocam para a Missa e Procissão em Honra de Nossa Senhora do Castelo. Parece-nos que não vão existir muitas mais alternativas de estacionamento, a não ser que, se abram novos estacionamentos nos terrenos adjacentes à estrada de ligação à zona. Uma situação que poderá levar a alguma confusão nesse dia 15 de Agosto.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

2º PASSEIO PEDESTRE - 2008 -ROTA DAS INVASÕES- VILA VELHA DE RÓDÃO-VILAS RUIVAS: AS IMAGENS DE UM DIA INESQUECÍVEL

Olá!

O tempo não era promissor mas o passeio pedestre Rotas das invasões com passagem pela "Malga fez-se. Agradecemos a simpatia da C.M de Ródão,do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, da queijaria Lourenço,da padaria Manuel Fernandes e a todos os que apoiaram a realização desta actividade .

Os participantes ficaram sensibilizados pela calorosa recepção em Vilas Ruivas, de certo , um dia voltarão...ou não. Obrigado.

As paisagens foram soberbas apesar de alguma neblina que espicaçou a curiosidade dos pedestrianistas. Fomos cerca de 55 e aqui vão por 3 vazadas algumas fotos desta caminhada que já deixa recordações.

João Belo
















terça-feira, fevereiro 19, 2008

GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS: ASSEMBLEIA GERAL: CONVOCATÓRIA






GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS
Fundado a 17 de Agosto de 2004.
NIPC: 507163168
Rua Principal, n.º 2 – Vilas Ruivas 6030 Vila Velha de Ródão



ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

CONVOCATÓRIA



De acordo com o preceituado no n.º 3 do Artº 5º dos Estatutos, complementado com a alínea e) do n.º 3 e do nº 4, do artº 11º do Regulamento Interno , convoco todos os Associados do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, a participarem na Assembleia Geral Ordinária, que se realiza no próximo dia 15 de Março de 2008, pelas 19.00 Horas, na Sede Social da Associação, sita na Rua Principal, n.º 2, em Vilas Ruivas, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 – Apresentação, discussão e aprovação do Plano de Actividades e
Orçamento para o ano de 2008.

2 – Apresentação, Discussão e aprovação do Relatório de Actividades
e Conta de Gerência do ano de 2008, e Parecer do Conselho
Fiscal.

3 - Outros Assuntos de interesse para a Associação


Conforme o estipulado no n.º 7, do artº 11º do Regulamento Interno, a Assembleia Geral só poderá funcionar em única convocação, desde que esteja presente a maioria dos membros efectivos, e meia hora depois, com qualquer número de Associados.


Vilas Ruivas, 18 de Fevereiro de 2008

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral


( Stella Mendes)

DIA 14 DE JUNHO,NA FESTA DA SARDINHA,GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS ESTÁ A PENSAR LEVAR A EFEITO O 1º ENCONTRO DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA

Ainda no que diz respeito à vida da Associação, Jorge Cardoso adiantou em primeira mão ao nosso jornal que “no próximo dia 14 de Junho, estamos a pensar organizar conjuntamente com a Festa da Sardinha, o I Encontro Nacional de Música Tradicional Portuguesa, onde vamos trazer até Vilas Ruivas, algumas bandas, não só do nosso Distrito, mas também fora dele, onde se inclui a actuação do nosso Grupo Musical “Os Quintarolas”.

A Associação, através da sua secção cultural, com o Rui Marques e o Nuno Mendes, também dos “Quintarolas”, estão a levar por diante esta mega-organização, que espero, seja um verdadeiro êxito e que traga até Vilas Ruivas muitas centenas de pessoas. Por isso, lanço o repto a todos os associados para nos ajudarem também em levar por diante este evento, pois nesse dia, todo o pessoal será pouco para trabalhar na nossa Associação, já que esperamos muita gente na nossa Aldeia.





È lógico que contamos com o apoio da Junta de Freguesia e com o apoio da Câmara Municipal, mas não em termos financeiros, porque esse tipo de apoio está destinado às Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo. Não queremos dinheiro para a realização deste evento.



A seu tempo, e com o decorrer dos contactos que vamos mantendo, iremos contactar estas entidades apenas para um apoio logístico ao evento, que passa pela montagem do palco e algumas lembranças (Kits) do nosso concelho para distribuir pelos Grupos que nos vão visitar nesse dia. Apenas e só isto, porque não queremos interferir com as Festas de Nossa Senhora do Castelo. Essas sim, a Câmara certamente apoiará como sempre tem apoiado até aqui”, acrescentou Jorge Cardoso.

DIA 15 DE MARÇO 2008: ASSEMBLEIA GERAL DO GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS


Dia 15 de Março, pelas 19.00 Horas, na sede da Associação.
GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS EM ASSEMBLEIA GERAL


Realiza-se no próximo dia 15 de Março de 2008, pelas 19.00 Horas, na sede da Associação do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, a Assembleia Geral Ordinária para Apresentação, discussão e votação da Conta de Gerência do ano de 2007, para além de outros assuntos de interesse para a Associação.

A Direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, apela a todos os sócios para participarem nesta Assembleia Geral, até porque no próximo ano, vão ser realizadas eleições para todos os Corpos Sociais, e é de todo importante que os associados tenham conhecimento da situação actual da Associação.

Para Jorge Manuel Cardoso, Presidente da Associação, “ ao contrário do que se previa, a Associação movimentou mais verbas durante o ano de 2007 do que em 2006, contrariando um pouco a situação que se vive um pouco por todas as Associações deste género, onde as dificuldades são evidentes”, adiantando ainda que “ a Associação, felizmente, não deve nada a ninguém, e em pouco mais de três anos, fez investimentos e pagou despesas de quase 100.000€, o que demonstra o cuidado desta Direcção na movimentação de verbas. São estes dados que vamos apresentar aos sócios com algum orgulho na obra feita”, acrescentou.




Sobre o futuro, Jorge Cardoso refere que “ desejaríamos completar a segunda fase das obras ainda neste mandato, que passa pelo salão superior do edifício e pelo logradouro onde vão ser instaladas infra estruturas comunitárias, obras que podem custar entre 30.000€ e 40.000€, o que actualmente ainda é incomportável para os cofres da Associação. No entanto, tudo isto passa pela angariação de receitas e de donativos, e desejo que mais uma vez os associados estejam do nosso lado.”, adiantou.

Sobre a possibilidade de novo mandato, Jorge Cardoso refere que “ sabemos o quanto é trabalhoso manter uma Associação em funcionamento. O que me orgulho dos elementos desta Direcção, e de toda a população de Vilas Ruivas, é que em mais de três anos, a Associação nunca fechou um dia que fosse, estando sempre aberta durante a tarde para o convívio de toda a população. Isso orgulha-me imenso e tiro o chapéu a todos aqueles que lá estão e que trabalham em prol da comunidade. Sem eles, não seria possível este êxito.

Também sei que há muita gente cansada e que a idade de alguns vai pesando. Sei disso e compreendo os meus colegas, apenas lastimando que a minha vida profissional esteja na Grande Lisboa, não podendo dar mais ajudas do que aquelas que me é possível dar. Daí que faça um apelo a todos aqueles que estejam em condições de fazer algo pela nossa aldeia, que venham pensando em arranjar alternativas a esta Direcção, sabendo também que, a Associação terá que ir sempre em frente, seja com esta ou com outra Direcção. O mais difícil já foi feito, a partir daqui, tudo o que vier por acréscimo é bem vindo.”, rematou ainda Jorge Cardoso.

sábado, fevereiro 16, 2008

2º PASSEIO PEDESTRE - 2008 -ROTA DAS INVASÕES- VILA VELHA DE RÓDÃO-VILAS RUIVAS

2.º PASSEIO PEDESTRE – 2008

Convite para um passeio pedestre numa das muitas zonas de rara beleza espalhadas um pouco por todo o lado

ROTA DAS INVASÕES
(VILA-VELHA-DE-RODÃO)
DIA 23 DE FEVEREIRO (Sábado) DE 2008



ZONA DA ACTIVIDADE: Sede de concelho de Vila Velha de Ródão, situado a sul do distrito de Castelo Branco, entre o rio Tejo e o seu afluente Ocresa, com uma extensão aproximada de 330 Km2, tendo como acessos principais a A23, o IP2, o IC8 e a linha férrea da Beira Baixa. Esta é uma zona de transição entre o Alentejo e a Beira Interior, facto bem patente na paisagem, com as suas alterações de relevo, de formações geológicas e de coberto vegetal.

As zonas de planície, granito e montado de sobro e azinho dão lugar, para Norte, ao xisto e ao pinhal Hoje predominantemente terra de pinheiros e eucaliptos intercalados de raros zimbros, esta região foi outrora densamente plantada com olival em condições particularmente difíceis. Quem visitar estas paragens terá como primeira grande surpresa a paisagem deslumbrante das Portas de Rodão, no Rio Tejo, verdadeiro ex-libiris desta Vila.





Esta região da Beira Interior, constitui num território de enorme beleza que oferece experiências únicas, que se estende por uma área de cerca de 2.600 Km2, fazendo parte do 1.º Geopark Português. Este Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, criado pela UNESCO, em 2006, une os municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão, tendo como objectivo valorizar os locais que agem como testemunhos-chave da História da Terra, fomentando o emprego e promovendo o desenvolvimento económico regional, dos quais fazem parte, entre outros geomonumentos, as Portas de Ródão, no Rio Tejo e as de Almourão, no Rio Ocreza, ambas situadas no concelho de V.V. Ródão.




CARATERISTICAS DA ACTIVIDADE: actividade pedestre circular de grau médio/baixo, com uma extensão de cerca de 15 km e 5 horas de duração, a desenrolar-se por caminhos rurais, estradões, alcatrão e algum corta-mato, aberta a todos, sem limite de idade desde que tenham alguma condição física, vontade e força de espírito.

CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO:
Deslocação/Custo
A deslocação será em autocarro, com preço de inscrição de 14.00 euros (apenas custo do autocarro), a pagar no acto da inscrição, até ao dia 18 (Segunda-Feira, pessoalmente ou para a conta: CGD – 000127041575600 – NIB 0035.0127.00041575600.35




LOCAL DE ENCONTRO
O ponto de encontro é em Sete Rios, às 7,00 horas de Sábado dia 23 de Fevereiro de 2008, frente à entrada principal do ZOO.
Recomendações:

1 – Equipamento:

Roupa leve (adequada às condições atmosféricas da altura), boné e botas ou ténis de sola dura (mas nada de sapatilhas ou similares!). Máquina fotográfica, binóculos.

2 – Alimentação:

Levar farnel (líquidos e sólidos) para repor energias durante a actividade.

Advertências

1 - Dado o carácter informal e não lucrativo desta actividade, realizada por um grupo de amigos, apesar do risco de acidentes ser praticamente nulo, alertam-se os participantes de que a eventualidade da ocorrência de algum percalço pessoal será da sua inteira responsabilidade.

2 – Se não houver número suficiente para rentabilizar o autocarro e existirem interessados combinar-se-á entre os mesmos as condições de deslocação.
3 – Esta actividade pode ser cancelado por motivos de força maior

M E X A M – S E





DIVULGUEM E PARTICIPEM QUE VALE A PENA!

Contacto
Abílio Tavares/João Belo
Email: casalinho.cardigos@gmail.com
TMN: 96 56 15 67


SOBRE A ACTIVIDADE

O que é um Geoparque?

Um Geoparque é uma área com expressão territorial e limites bem definidos, que contem um número significativo de sítios de interesse geológico com particular importância, raridade ou relevância cénica/estética. Estes sítios que reportam a memória da Terra fazem parte de um conceito integrado de protecção, educação e desenvolvimento sustentável. Um Geoparque tem como objectivos primários:

-Conservação

Um Geoparque procura a preservação dos geossítios de particular importância, explorando e desenvolvendo métodos de excelência em conservação. A autoridade de gestão do Geoparque assegura as medidas de protecção adequadas em colaboração com as universidades, os serviços geológicos e outras instituições relevantes em acordo com as práticas locais e as obrigações legislativas.






-Educação


Um Geoparque organiza actividades para o público e providencia apoio logístico na comunicação do conhecimento geocientífico e dos conceitos ambientais. Este apoio realiza-se através da protecção e identificação de geossítios, desenvolvimento de museus, centros de informação, percursos pedestres, visitas guiadas, visitas de estudo, materiais de divulgação, painéis, mapas, material educativo, seminários, entre outros. Um Geoparque apoia a investigação científica em cooperação com as universidades e instituições de investigação, estimulando o diálogo entre as Ciências da Terra e as populações locais.


-Turismo de Natureza


Um Geoparque estimula a actividade económica e o desenvolvimento sustentável através do Turismo de Natureza. Com efeito, existe o estímulo ao desenvolvimento sócio-económico local através da promoção de uma imagem de excelência intrinsecamente relacionada com um reconhecido património natural de importância internacional, que atrai um número crescente de turistas de todo o mundo. Este facto tende a encorajar a criação de empresas locais ligadas ao sector do Turismo de Natureza, com produtos de qualidade certificada.


Actualmente existem 53 Geoparques classificados pela UNESCO, distribuídos pela União Europeia, China, Irão e Brasil. Esta Rede, em rápido crescimento, promove serviços de elevada qualidade, partilhando entre os Geoparques estratégias e boas práticas comuns para a preservação ambiental e desenvolvimento turístico e o intercâmbio de conhecimentos e apoios em diversas áreas. A gestão e as actividades dos Geoparques da UNESCO regem-se pelas linhas de referência e pelos critérios definidos por esta organização internacional.





A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) trabalha para a paz e segurança no mundo através do desenvolvimento de condições para o diálogo genuíno entre nações, baseando-se no respeito pelos valores partilhados e na dignidade de cada povo e cultura. Este diálogo centra-se em vários tópicos nos domínios da educação, da ciência e da cultura.


Monumento Natural das Portas do Ródão


Nem sempre o leito do Tejo correspondeu ao que hoje lhe conhecemos. Há muitos milénios, as suas águas cobriram esta vasta região espraiando-se até à Serra das Talhadas. A acção erosiva das águas deu origem a duas gargantas que hoje chamamos "Portas de Ródão”, no Rio Tejo e "Vale Mourão", no Rio Ocreza. As Portas de Ródão são uma formação geológica resultante da intersecção da Serra das talhadas com o curso do Rio Tejo.


Neste local há um estreitamento do vale, que aqui corre entre duas paredes escarpadas, fazendo lembrar duas "portas".A "porta" norte fica na margem esquerda do rio, no distrito de Castelo Branco, pertencendo por isso à região da Beira Interior, mas a "porta" sul situa-se na margem esquerda, no distrito de Portalegre e no concelho de Nisa, pelo que pertence ao Alto Alentejo .


No topo da "porta" norte, que é acessível por estrada, situa-se um pequeno castelo do Rei Wamba, de onde se vislumbra um vasto panorama da zona envolvente.
É de salientar a quantidade de pedras roliças - "conhos" - que se foram depositando na margem esquerda, a jusante das Portas de Ródão. A enormidade destas cascalheiras, pela sua beleza natural, pelo seu colorido e pelo testemunho natural que representam, são dignas de ser admiradas.

Testemunhos Históricos

Este castelo chamado Castelo de Ródão, também é conhecido por Castelo do Rei Wamba (672-680), último grande rei dos Visigodos. Constitui numa torre - atalaia, de planta quadrangular, denominada como torre de menagem, envolvida por uma muralha, erguida numa escarpa sobranceira ao rio Tejo, sobre as chamadas Portas de Ródão, um estreitamento no curso do rio. Do alto de seus muros, miradouro de visita obrigatória, o visitante descortina excepcional panorâmica do vale do Tejo. A uma distância de cerca de 150 metros, ergue-se a Capela de Nossa Senhora do Castelo, uma pequena capela rústica.




Rio Tejo

Este rio nasce em Espanha, na Serra de Albarracin, e termina o seu percurso, de 1100 Km, em Lisboa. Na sua passagem por Vila Velha de Ródão, deixou-nos o belo geomonumento que são as Portas de Ródão, imponente formação rochosa do período ordovícico. Durante muito tempo navegável, o Tejo desempenhou um importante papel nas ligações entre Portugal e Espanha e entre Lisboa e a Beira Interior. Em 1875 ainda existia um fluxo comercial, entre Ródão e Abrantes, que envolvia 278 embarcações.


Fazem parte da bacia hidrográfica do rio Tejo, nesta região, os rios Ocresa e Ponsu, ambos na sua margem esquerda.A paisagem das margens destes rios é constituída por relevos rochosos, com terraços de olival, cobertos com flora da região. Nestes rios navegam ainda botes, barcos típicos de madeira utilizados pelos pescadores para a faina piscatória e para deslocações e passeios.





Geologia


As paisagens naturais da Naturtejo incorporam uma riqueza e antiguidade geológicas ímpares, albergando uma enorme diversidade de geomonumentos que tornam a região um ponto de atracção para quem se interessa pela geomorfologia. De entre eles está este maciço quartzítico da Serra das Talhadas que esconde nas suas rochas evidências de um oceano com mais de 480 milhões de anos, dado actualmente a conhecer sob a forma de fósseis. Um passeio ao longo das suas cristas quartzíticas permitem reviver o mundo tal como ele era há milhões de anos, mas também sentir a força das movimentações da placa tectónica no passado e no presente

Fauna

A Naturtejo possui uma diversidade de fauna considerável, especialmente no que respeita a avifauna, que pode ser observada em diversos locais privilegiados. São muitas as espécies, algumas delas raras, que podem ser facilmente avistadas na região, de que se destacam: a águia imperial ibérica, a cegonha-negra, a águia-real, a águia de bonelli, o grifo, a cegonha-branca e o falcão-peregrino. Para além das aves, a Naturtejo é também o habitat natural de muitos mamíferos, como o veado, a lontra, a geneta, o gato bravo, o texugo, a raposa; e também de vários répteis, como o cágado de carapaça estriada, a osga turca e a cobra de capuz. Esta região prima ainda pela permanência de espécies que correm graves riscos de extinção, como o lobo e o lince.

Flora

A Naturtejo é essencialmente arborizada pelo pinheiro, azinheira e sobreiro. Mas por toda a região proliferam outras espécies vegetais dignas de referência, como o carvalhal negral, a oliveira, o pinheiro manso e o castanheiro. Especialmente nos declives podemos encontrar extensas manchas de matagal, de que fazem parte o medronheiro, o zimbro, a esteva, o rosmaninho, o alecrim, a roselha-grande, o sangalho, o jasmim, entre muitas outras espécies que tornam a Naturtejo uma terra verdejante e plena de vida.


Nota
Informação recolhida do site www.naturtejo.com







Informação do passeio pedestre de 23 de Fev. em Ródão.

A ideia é chegar pelas 9.30 á Residencial das Portas de Ródão (quem quiser toma café).

10 h. visita á casa das Artes e exposição de pintura ( Estamos em negociação para a abertura do espaço de manhã).

Segue-se passeio pedestre sinalizado " Rota das Invasões " (estamos numa de comemorar o bicentenário das invasões francesas que por aqui passaram).

Passagem pela Sra do Castelo pelas 12.00H

Alteramos o percurso da rota para passar por Vilas Ruivas onde eventualmente almoçaremos. Os participantes levam farnel.

Passagem pelo Malhadil, Farranheira e regresso a Ródão, já pelo PR - Rota das Invasões.

Eventual visita ao C.M.de Cultura (Se conseguir que esteja aberto á Tarde).

Pelas 17.00/ 18.00 regresso a Lisboa.

Levar farnel.

Calçado confortável .

Abrigo para a chuva.




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