quinta-feira, janeiro 18, 2007

Jornal Informativo nº01/2007

Entrada no novo ano com festa rija
VILAS RUIVAS ENGALANOU-SE


Após a fundação do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, e pelo terceiro ano consecutivo, a sede social da Associação local esgotou para dar as boas vindas ao ano novo e “enxotar” o ano velho. Cerca de oito dezenas de convivas deram um enorme colorido à grande festa, que se prolongou pela noite dentro, até ao raiar do novo dia.

Às 19:30 Horas em ponto, começou por ser servido o jantar, uma “bacalhauzada” na brasa com batatas a murro, que deixou água na boca a todos os presentes.
Depois das sobremesas e dos cafés, o DJ de serviço, “Nuno Mouse Mendes”, abriu o grande baile, e com muita animação, todos dançaram ao som do vasto reportório até á chegada do ano novo.
À meia noite em ponto, tempo para abrir o champanhe, com as tradicionais doze passas para doze desejos ao ano novo, no Largo Principal da aldeia, ao calor de uma grande fogueira, que já durava desde o Natal.
Seguiu-se a ceia, com o tradicional Leitão de Negrais, carnes frias, caldo verde, e uma panóplia de doces e fruta para aconchegar o estômago para o resto da noite.

No cômputo geral, esta organização do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, saldou-se por mais um rotundo êxito, graças à dedicação das gentes da aldeia, nomeadamente ás senhoras, que se aprumaram para que nada faltasse na grande festa, bem assim a todos aqueles que ajudaram o senhor João Albino António, a levar por diante mais esta grande festa.

Está assim de parabéns o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas por mais esta organização, conseguindo os seus intentos, em proporcionar momentos de grande convívio entre os associados, naturais e amigos da aldeia.

Continuamos a não compreender a fuga para os grandes centros
NATAL: PORQUE NÃO ESCOLHER AS NOSSAS ALDEIAS ?


Por mais do que uma vez temos feito referência á quadra natalícia nas nossas aldeias. Pensamos que essa quadra tem mais encanto, quando passada nas nossas aldeias, junto á nossa família, ás nossas gentes e aos nossos amigos. È essa a tradição de sempre. São esses os costumes da maioria dos rodanenses.

Infelizmente, este ano, vimos as nossas aldeias mais despidas de gente. Este fenómeno tem acontecido nos últimos anos, e parece-nos que as tradições, afinal, já não são o que eram.
Durante os dias 23 e 24 de Dezembro, vimos muita gente a sair das aldeias, rumo aos grandes centros para passar o Natal junto com os filhos e netos. Existe aqui uma inversão nas tradições que sempre caracterizaram as nossas gentes. Foi com enorme tristeza que vimos gente já idosa, a apanhar comboios, para os grandes centros. Um fenómeno que não tem explicação, já que, do nosso ponto de vista, as coisas estão viradas ao contrário.

Não compreendemos esta nova situação, até porque, se a justificação são as condições mais “luxuosas” que os grandes centros oferecem, essa tese cai por terra. E cai por terra, porque, e tomando o exemplo da aldeia de Vilas Ruivas, a aldeia tem desenvolvido imenso a nível de infraestrturas, como a construção e reconstrução de imóveis, com a finalidade de criar um bem estar e todas as condições necessárias para uma boa qualidade de vida. Ninguém duvide, que as nossas aldeias, já não são mais, aquelas aldeias cinzentas que caracterizaram os anos sessenta e setenta. Não se compreende como é que são feitos grandes investimentos nesse âmbito, quando, e depois, essas infraestruturas não são plenamente aproveitadas para estas festas de família .

Como não compreendemos pessoas idosas, algumas mesmo, contra a sua vontade, de fazerem viagens longas, não adequadas á saúde de muitas dessas pessoas. Seria mais fácil o inverso, de serem os filhos a regressarem ás origens, como sempre o fizeram a alguns anos atrás. Este facto foi amplamente discutido face à estranheza de vermos pouca gente nas nossas aldeias. Na quadra natalícia. Falou-se até num comodismo latente, ou muito simplesmente, como nos avançavam alguns idosos: “ nós não queríamos ir para lá, mas como eles também não querem vir cá, só nos resta mesmo fazer-lhes a vontade e irmos de comboio lá abaixo passar o Natal com eles”. Situações que não se compreendem.

É claro que existem excepções, e cada caso é um caso. Mas na maioria, fica por explicar estas alterações aos hábitos e tradições das nossas gentes.
Continuamos a dizer que estas quadras festivas têm mais encanto e mais sabor nas nossas aldeias. Porque assim mandam as tradições, e porque sempre foi assim. Infelizmente nos últimos anos, esses valores estão a desaparecer, deixando as nossas aldeias um pouco mais tristes.
Esperamos sinceramente que, e todos aqueles que possam ler este artigo, reflictam um bocado, e façam uma viragem de 180º ao que têm feito ( se for o caso ! ), nestes últimos anos. Podem já começar pela próxima quadra Pascal.

Obras de requalificação da zona envolvente ao Castelo e Ermida de Nossa Senhora do Castelo
UMA GRANDE APOSTA DA CÂMARA MUNICIPAL RODANENSE PARA 2007.


Depois das obras de recuperação do Castelo, e do consequente êxito que tais obras provocaram junto de todos os rodanenses e dos turistas que nos visitam, a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão está a ultimar todo o processo legal e necessário à requalificação da zona envolvente ao Castelo e Ermida de Nossa Senhora do Castelo. Um processo, que, e ao que conseguimos apurar, está para muito breve, já que o processo dos concursos públicos para a adjudicação da obra, está praticamente concluída.

É sem sombra de dúvidas, uma das grandes apostas da edilidade para o presente ano, sabendo-se que, e após as obras, o local vai apresentar uma nova face e uma nova dignidade, e vai certamente deslumbrar todos aqueles que tanto esperaram pelas mesmas.
Ao longo destes anos, muitos foram os rodanenses que se manifestaram publicamente, pela necessidade urgente de requalificar aquele local, já que o mesmo, é sem sombra de dúvidas, um dos ex-líbris do nosso concelho. O estado lastimoso em que aquela zona e a degradação em que próprio Castelo se encontravam não lembrava o diabo. Um monumento histórico como aquele, e que teve papel preponderante na história militar de Portugal ao longo de séculos, não merecia ser votado ao abandono como aconteceu ao longo de muitos anos.

Diga-se em abono da verdade, que o actual executivo camarário, teve a coragem de dar um passo em frente, após a sensibilização para essa necessidade de se proceder ao avanço das obras. Desde a primeira hora, e há esse mérito, que o actual executivo camarário teve a preocupação de fazer algo em prol daquela zona. A essas preocupações teremos que tirar o chapéu e a devida vénia ao actual executivo. A primeira aposta foi claramente ganha. A recuperação do Castelo teve repercussões positivas no imediato, atendo ao facto de o local ser agora um ponto de romarias por parte, não só de rodanenses, mas também de muitos turistas que nos visitam, que com máquinas de filmar e máquinas fotográficas têm desfrutado das maravilhas paisagísticas do local. E não têm sido tão poucos como o caro leitor possa imaginar.

Têm sido centenas, senão milhares a palmilhar a serra, de encontro a um lugar paradisíaco que faz parte integrante da história do nosso concelho. Uma vista deslumbrante, numa tranquilidade ímpar e apetecível para quem gosta da natureza no seu estado mais puro. Estamos certos, que a nossa edilidade poderá tirar dividendos muito positivos desta intervenção, face ao plano de intervenção e de aproveitamento turístico a tirar daquela zona.
Recordamos as Festas Religiosas em Honra de Nossa Senhora do Castelo em 15 de Agosto de 2006. Centena e meia de veículos estavam estacionados, não só nas imediações da Capela, como ao longo de todo o caminho de acesso ao local, numa das festas religiosas mais participadas dos últimos anos.

A Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Dra Maria do Carmo Sequeira, presente no local, teve oportunidade de, “in loco”, verificar que efectivamente o espaço destinado a estacionamentos é diminuto. Como teve oportunidade de referir, que muita coisa teria que ser alterada face a tanto movimento verificado. Esperamos que a Presidente da nossa edilidade, tenha em consideração a abertura de mais espaços destinados a estacionamentos face ao que assistiu naquele dia. Por outro lado, louvamos as suas preocupações, na certeza de que, para além de existir a possibilidade de aumentar o número de estacionamentos, exista também uma preocupação em relação á segurança no local.

É que, se inadvertidamente, alguém se descuidar com uma ponta de cigarro ou de brasas de eventuais piqueniques, em caso de incêndio, aquela zona ficará isolada, e poderemos eventualmente assistir a uma possível tragédia, que ninguém deseja, tendo em consideração que as hipóteses de fuga são quase nulas, atendendo ao facto, que a estrada de entrada é a mesma da saída.
São na realidade, algumas das preocupações de quem conhece aquele local em todas as suas vertentes.
Mas independentemente destas considerações, que não são mais do que um alerta, não existe dúvida alguma, que as obras vão ser feitas, para gáudio de todos aqueles que ao longo destes anos se preocuparam com um dos locais considerados ex-líbris do nosso concelho.

Será possível uma Estrada de Ligação ?
CASTELO E ERMIDA NOSSA SENHORA DO CASTELO- PENEDO GORDO ?


O nosso conterrâneo, José Manuel Esteves, de Queluz, sempre atento ao que se vai passando no nosso concelho, teve a delicadeza de me enviar um e-mail, procurando saber, qual a possibilidade de, e ao mesmo tempo, como ele diz , “matarmos dois coelhos com uma cajadada” a nível turístico.

Refere no seu e-mail, “que teve a oportunidade de visitar o Castelo recentemente, e que ficou maravilhado e muito feliz com o que viu, dando a hipótese de, e para que os turistas não sejam “obrigados” a descer novamente até Vila Velha de Ródão e subir até ao Gavião para visitarem o Penedo Gordo, de existir uma possível estrada de ligação directa, desde a estrada das Vilas Ruivas ( Alto da Serra), à saída da estrada de acesso ao Castelo, até ao Penedo Gordo, viajando pelo meio da serra, pois acha que tal é possível, como lhe disseram algumas pessoas que conhecem bem a zona”. Sinceramente não conheço suficientemente o local para me pronunciar, mas já me confirmaram que tal é possível, embora isso acarrete um forte investimento face aos cerca de quatro quilómetros de distância.
No entanto, e porque o e-mail me foi enviado com possibilidade de publicação, aqui deixo o conteúdo, do nosso conterrâneo, e dessas suas dúvidas sobre o assunto que refere no seu e-mail.




quarta-feira, janeiro 17, 2007

Jornal Informativo nº09/2006

UMA HISTÓRIA DE NATAL
A noite de Natal é noite de consoada e manda a tradição nas aldeias do nosso concelho, que no largo maior da povoação se faça uma fogueira, que dure toda a noite e se prolongue pelo dia adiante.
Depois da couvada com bacalhau bem regada com o azeite novo, na casa de cada um, vão todos para junto da fogueira, assam-se algumas castanhas, espetam-se uns pedaços de carne e o bom fumeiro, vai-se até às adegas petiscar o bom presunto e prova-se o vinho.
A rapaziada mais jovem aproveita para saltar a fogueira, algumas vezes com incidentes pelo meio.
Já alta noite puxam-se das guitarras e violas e mostra-se quem tem a garganta afinada.
Já lá vão umas dezenas de anos!... Naquele Natal tudo foi ainda melhor. Já de madrugada fizemos uma ruada, e, malvadez nossa acordamos toda a povoação.
Vêm mais uns petiscos que fomos grelhando na fogueira, a qual se ia entretanto apagando!...
Existia um castanheiro ao Chão , certamente mais velho que a fundação da nossa Terra.
Aquele castanheiro tal como todos os seres vivos tinha morrido, mas lá se mantinha de pé em equilíbrio estável.
Se ele pudesse falar quantas histórias teria para nos contar: o tirar dos ninhos, o roubar as suas castanhas, o espreitar dos primeiros beijos etc. etc. Bem... Mas o castanheiro estava morto, e, como tal já não via mais nenhuma das histórias das suas gentes.
Ao dito castanheiro já havia alguns anos que o tínhamos condenado, mas ele era de uma imponência tal, que ninguém se atrevia a ir buscá-lo.
Naquela santa madrugada a fogueira estava a apagar-se e já não aquecia!...
O nosso avô era conhecido pelo TI Joaquim , logo, os netos tinham que fazer algo que desse continuidade à sua conhecida valentia (Deus sabe quando o admirávamos e respeitávamos) e ficássemos assim também para a posteridade.
Lá fomos falar com o dono do castanheiro, que se mostrou logo disponível para o oferecer mas duvidando que o conseguíssemos trazer.
O ti Zé Ferreiro foi logo dizendo, "ó primos levamos umas velas e dinamite, que ele vem por aí abaixo feito em fanicos. Tal solução era impensável por ser violenta.
Mãos à obra, aí vai a rapaziada serra acima!... Lá arrastamos o castanheiro para o caminho, e, já o Sol raiava quando conseguimos a proeza de o azorrar serra abaixo até à nossa Terra, por entre a alegria e vivas dos nossos amigos e familiares.
Aquele tronco de castanheiro velho e carcomido foi lançado para aquela fogueira de Natal, ardeu e aqueceu durante três ou quatro dias toda a gente
Aquele dia de Natal bem quentinho, aqueceu corpos e corações da nossa gente e ficou de tal modo memorável a nossa façanha, que ainda hoje perdura na lembrança de todos nós.

Armindo Martins Antunes


O NATAL TEM MAIS ENCANTO NAS NOSSAS ALDEIAS
RECUPERAR VELHAS TRADIÇÕES




O movimento associativo, que persiste em continuar e a desenvolver o nosso concelho, sob o apio importante das nossas forças autárquicas, é uma parte importante e uma voz activa para a recuperação de velhas tradições perdidas. Recuperar as velhas tradições de Natal, tem sido um propósito e um objectivo fundamental do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas. Chamar até á aldeia todos aqueles, que por um ou outro motivo, passavam o Natal fora dela, tem sido um dos principais objectivos daquela Associação. Nestes dois últimos anos, já muito foi feito. Muito ainda há para fazer ! Não há muito tempo atrás, era triste passearmos nas ruas, ruelas e caminhos de Vilas Ruivas, e observarmos um quase completo vazio de gentes, de crianças, de naturais e amigos da aldeia. A grande fogueira de Natal, eram mais as vezes que não se realizava. Porque não existia gente suficiente para palmilhar serras e caminhos na procura de madeiros. Porque os mais idosos, não se opunham a tal tarefa, porque, para além da idade, pairava-lhes no rosto, alguma tristeza de verem a família longe da terra, nesta quadra tão importante para as nossas gentes, para as nossas aldeias.
Esta situação, a pouco e pouco está a mudar! O lema da Associação é de chamar todos os naturais e amigos da aldeia, para connosco passarem esta quadra natalícia. Um trabalho árduo, mas que, e felizmente tem surtido efeitos, para o bem das nossas tradições, da nossa cultura e da nossa história.
Neste Natal de 2006, a Direcção da Associação, deseja que, e mais uma vez, todos correspondam ao pedido de se deslocarem até á nossa aldeia, passar o Natal em família e com os amigos. Tudo se conjuga para que isso volte a acontecer. È esse o papel do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas. Ser uma voz activa na defesa intransigente das nossas velhas tradições.
A já tradicional fogueira de Natal volta a realizar-se. Espera-se que com a participação de muita gente. Para dar mais vida e mais colorido ás ruas, ruelas e caminhos de Vilas Ruivas.
Um Feliz e Santo Natal são os desejos da Direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, a todos os associados, naturais e amigos de Vilas Ruivas, bem assim como a todos os rodanenses que compartilham connosco estes ideais tradicionalistas.


FESTA DE PASSAGEM DE ANO EM VILAS RUIVAS
COM SALA PRATICAMENTE CHEIA




Á semelhança dos dois últimos anos, o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas volta a organizar a sua Festa de Passagem de Ano, aberta exclusivamente a associados e seus familiares, naturais e amigos da aldeia.
A poucos dias de entrarmos no Ano Novo, as inscrições para a Festa de Passagem de Ano continuam a bom ritmo, e tal como aconteceu nas duas últimas edições, espera-se novamente casa cheia para a grande noite. Quase de uma centena de associados, vão assim festejar a chegada do Ano Novo em pleno Largo Principal de Vilas Ruivas, quando derem as doze badaladas, ao sabor das doze passas, e dos doze desejos, como manda a tradição.
Embora as condições ainda não sejam as desejadas, pois faltam as obras do piso superior, a Associação congratula-se por mais esta forte adesão de todos aqueles que desejam festejar na nossa Aldeia, em detrimento dos grandes centros urbanos, onde nem sempre a qualidade e as tradições são apropriadas a esta época. Um farto jantar e respectiva ceia, ao som de muita música (DJ´s Mouse e Kacilda) são ingredientes suficientes para uma noite repleta de êxito, de muita alegria e boa disposição, graças ao trabalho, sempre afincado e superiormente preparado pela Direcção da Associação, e também pelas senhoras da aldeia, que não têm olhado a meios para que tudo corra pelo melhor nessa grande noite.

ASSOCIAÇÕES DO NOSSO CONCELHO EM GRANDE
NAS MAIS VARIADAS ORGANIZAÇÕES E INICIATIVAS

É sempre com muita satisfação, que observamos as diversas organizações e iniciativas promovidas pelas nossas Associações. Pelo menos aquelas que se mantêm no activo, e com forte dinamização na sempre procura do bem estar social e cultural das nossas gentes.
Como se costuma dizer, são poucas mas boas, e é com muita alegria que vamos tendo conhecimento de muitas iniciativas e organizações que vão promovendo. Nesta altura do ano, elas aí estão mais uma vez, a organizar eventos natalícios e festas de passagem de ano. Por exemplo, é com grande alegria que vejo novamente a “nossa Sociedade do Tejo “, como era carinhosamente tratada, a desenvolver novamente um rol de iniciativas válidas aos seus associados. Como o Núcleo Benfiquista de Vila Velha de Ródão, que tem cativado a estima de todos, com as suas diversas iniciativas promovidas ao longo do ano, através da sua Direcção, e nesse grande impulsionador, Francisco Ribeiro, homem de causas rodanenses, e que tem feito um exemplar trabalho no nosso concelho.
Não nos podemos esquecer do GAFOZ- Grupo de Amigos da Foz do Cobrão, nessa obra ímpar de quarenta anos dedicados a uma causa nobre e que muita alegria nos tem dado. Não podíamos, de maneira nenhuma, nos esquecermos de enviar a Octávio Catarino e á sua Direcção, Corpos Sociais, Associados e População da Foz, os nossos sinceros parabéns pela passagem deste 40º aniversário. Uma Associação modelo, na Aldeia Presépio do concelho de Vila Velha de Ródão.
Para todas as nossas Associações, os nossos mais sinceros agradecimentos e parabéns pelo trabalho que vão desenvolvendo em prol do nosso concelho.




G.A.V.R.
GRUPO DE AMIGOS DE VILAS RUIVAS
Fundado a 17 de Agosto de 2004.
NIPC: 507163168
Rua Principal, n.º 2 – Vilas Ruivas 6030 Vila Velha de Ródão

Deseja a todos os seus associados, naturais e amigos da Aldeia de Vilas Ruivas, com votos extensivos a todos os rodanenses de alma e coração, um Feliz e Santo Natal, e um Próspero Ano de 2007.
A Direcção do GAVR
( Jorge Manuel Gonçalves Cardoso )



Vem aí um Novo Ano...
VILAS RUIVAS TEIMA EM PROCURAR O DESENVOLVIMENTO.

A aldeia de Vilas Ruivas, é das aldeias do nosso concelho, onde se tem apostado mais na reconstrução e construção de imóveis nestes últimos anos. Não é mais aquela aldeia de cores cinzentas. È uma aldeia onde impera a cor e o dinamismo de muitas das suas gentes. Devido a esse dinamismo, é das aldeias mais típicas do nosso concelho, nessas ruas e ruelas, nesses caminhos que, e por vezes, nos conduzem a sítios mais inesperados, onde nunca estivémos antes.
Mas como todas as aldeias rodanenses, procura no seu dia a dia, melhores condições para todos os que a visitam, e que felizmente, têm sido muitos nos últimos tempos. Um facto a que não é alheio, a reconstrução do Castelo do Rei Wamba, onde muitos turistas aproveitam para dar um salto á aldeia e passearem-se nessas ruas e ruelas, tomando um delicioso café na Associação local.
No entanto, tal como muitas aldeias do nosso concelho, tem alguns problemas que urgem em se resolver a contento de todos.
O problema das entradas e saídas tem sido um dos verdadeiros calcanhares de Aquiles. Tudo passa pelo arranjo definitivo da entrada/saída sul, uma obra que os seus habitantes esperam ver em breve concretizada.
O problema da água que se consome durante o Verão, é outra das tormentas da população.
O alcatroamento definitivo da estrada que liga Vilas Ruivas á zona sul das Portas de Ródão, é outro dos desejos antigos. Não só para a população, mas para as centenas de turistas que, e constantemente se aventuram pela estrada actual, muitos desistindo logo que entram nessa mesma estrada, com receio de eventuais danos materiais nos automóveis.
Por isso, os desejos daquela gente, é que o ano de 2007, traga estas e muitas mais obras prementes para o desenvolvimento de Vilas Ruivas.

FALECIMENTO
É com muita tristeza e profunda dor, que vimos desaparecer do mundo dos vivos, a D. Maria Pires Gonçalves, de 83 anos, de Vilas Ruivas, víuva do saudoso Sr Abel Pires Carmona, e mãe de Otília Pires Carmona.
O falecimento ocorreu no Hospital Amadora-Sintra, e o funeral realizou-se para o cemitério de Queluz.
Nesta data de profunda tristeza, endereçamos à D. Otília e a todos os familiares, os nossos mais sentidos pêsames e condolências, por tão piedoso acto.




quarta-feira, novembro 29, 2006

Passagem de Ano 2006_2007 - Programa





Convívio de Natal - Programa











Nus Meios (espectáculo e documentário)-Projecto (R)EXISTIR



Projecto (R)EXISTIR no Cine Teatro Avenida
Castelo Branco
3 de DEZEMBRO. 06 - domingo
16:00 Nus Meios (espectáculo e documentário)


O CENTA apresenta a peça Nus Meios criada pela coreógrafa portuguesa Filipa Francisco com os reclusos dos Estabelecimentos Prisionais de Castelo Branco no âmbito do Projecto (R)existir , resultado de um processo iniciado há cinco anos partir de uma residência artística . Estreado no passado dia 26 de Novembro em Lisboa, no Teatro Camões inserido no ciclo "Como Tu e Eu”, com grande sucesso, apresenta-se agora na região centro.

(R)EXISTIR
2006
Projecto de Formação Contínua de Dança-Teatro
no
Estabelecimento Prisional de Castelo Branco

Sinopse
Aqui construiremos as nossas casas! in Underground, de Emir Kusturica (realizador)
Usa a tua cabeça como fonte de abrigo! Nuno Marcelino (recluso/aluno do EP)
A coreógrafa Filipa Francisco concebeu, a pedido do CENTA, o ateliê pedagógico “Riso” para população escolar de Vila Velha de Ródão e Castelo Branco, a partir do projecto artístico com o mesmo nome, no âmbito da residência artística que realizou, em 2001, ao longo de dois meses no CENTA. Vários professores e alunos deslocaram-se para frequentar este ateliê, mas a professora de música, Marta Mourão, da Escola do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, apesar de inscrita, não o podia fazer com as suas alunas. Elas não podiam sair. Então, a coreógrafa e a sua equipa, os actores Joana Bárcia, Francisco Campos, Jorge Cruz e a bailarina Paula Castro, deslocaram-se ao EP.
Foi este o encontro fundador do projecto (R)EXISTIR, que se repete desde então, mercê dos esforços conjuntos de Filipa Francisco, do CENTA e do E.P. De formação artística pontual, o projecto transformou-se progressivamente em formação contínua, integrando a secção masculina e conquistando um espaço de apresentação pública fora do E. P. de Castelo Branco. (R)EXISTIR tem como objectivos a promoção da criatividade e a reflexão sobre a relação entre a arte e a vida, contribuindo, desta forma, para o desenvolvimento pessoal e interpessoal dos reclusos. Em 2005, o projecto mereceu, por parte do Ministério da Cultura, o estatuto de Interesse Cultural e o trabalho realizado ao longo do ano, ”Mais peças para rir e chorar”, foi apresentado no Museu Francisco Tavares Proença Júnior de Castelo Branco e no E.P. da Covilhã. Este ano, graças aos apoios do Projecto “Ser Dona de  a ” da Liga Portuguesa de Profilaxia Social e das estruturas profissionais de dança, Jangada de Pedra e C.N.B., foi possível criar uma equipa pluridisciplinar para desenvolver o trabalho.
Em 2006, com o desafio da apresentação no Teatro Camões, realizada no dia 26 de Novembro, no âmbito do Ciclo Como Tu e Eu, o grupo de participantes do projecto ®existir decidiu trabalhar sobre o espectáculo “Nu Meio”, de Filipa Francisco e Bruno Cochat, apresentado desde 1996, fazendo seu todo o material coreográfico, canções e textos, e inventando, a partir deles, novas personagens. “Nus Meios” é sobre um conflito entre um homem e uma mulher que se refugiam no fado e no maldizer. Esta peça foi criada em conjunto, num processo de partilha e de descoberta. E como os processos de trabalho neste projecto são muito importantes, no dia da apresentação no Teatro Camões, realizou-se também uma conversa sob o tema: “criação e reclusão”, no sentido de contextualizar o projecto (R)existir, abordando temáticas ligadas aos processo criativos. No dia 3 de Dezembro, no Cine –Teatro Avenida, esta conversa não existirá, mas no final da apresentação, que terá inicio às 16h, os participantes no projecto estarão disponíveis para conversar com o público. No dia 15 de Dezembro, será feita uma outra apresentação, desta vez não aberta ao público em geral, dentro do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, inserida na festa de Natal do E.P.
3 de Dezembro
Cine-Teatro Avenida
.
“Nus Meios”
16h00 (60m.)
Apresentação do espectáculo “Nus Meios “ (baseado em “Nu Meio” de Filipa Francisco e Bruno Cochat) e do documentário, realizado pelo João Pinto, sobre o processo de trabalho, criados no âmbito do projecto (R)EXISTIR.

Direcção artística e interpretação: Filipa Francisco
Co-criação e interpretação: Bárbara Carvalheiro, Estrela Sampaio, Liliana Pires, Olga Vale, Sónia Cardoso, Luís Agrelos, Carlos Graça
Colaboração e interpretação: Bruno Cochat
Direcção de ensaios e interpretação: Maria Belo Costa
Figurinos: Ana Real
Música tocada ao vivo: Rita Amaral Nunes
Documentário: João Pinto
Luzes: Ricardo Madeira e Pedro Fonseca
Fotos: CENTA
Produção: CENTA
Co-produção: CNB/Teatro Camões e Jangada de Pedra
Parcerias: Estabelecimento Prisional de Castelo Branco.
Financiamento: CENTA; Projecto Ser Dona de  a  (promovido pela Liga Portuguesa de Profilaxia Social).
Agradecimentos: Graça Passos, Dra. Ângela Portugal, Aldara Bizarro, Mark Deputter, Elizabete Paiva, à EQUIPA DO EPCB-EPRCB, Váatão TEATRO, Câmara Municipal de Castelo Branco
Ficha Artística e Técnica do Projecto (R)EXISTIR
Concepção e coordenação: Filipa Francisco
Produção executiva e monitora do projecto: Maria Belo Costa
Outros Monitores do projecto: Margarida Mestre e Susana Alves
Participantes: Bárbara Carvalheiro, Estrela Sampaio, Graciete Flores, Liliana Pires, Olga Vale, Sónia Cardoso, Luís Agrelos, Ricardo Gil, Carlos Graça, Filipe Almeida, Rafael Ribeiro, Luisa Canhoto, Marisa Maia, Paula Fonseca, Cátia Domingues, Maria da Luz, Ana Lúcia Henriques, Aurora Reis, Lucia Ribeiro, Cátia Marisa, Odete Costa, João Paulo Cruz Correia, Helder Alegria, Paulo Alexandre Conceição, Maria da Luz Ximenes, Ângela Monteiro, Fernanda De Sousa, Lucia Coutinho, Maria Rosario Santos, Rosa Ferreira, Carmen Ramirez, Vasco Rosário, Mafalda Nóvoa, Ana Caldaras.
Produção: CENTA



quarta-feira, novembro 22, 2006

Jornal Informativo nº08/2006

Assembleia Geral Ordinária no Grupo de Amigos de Vilas Ruivas
APROVADO O PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO PARA 2007
Perante cerca de meia centena de associados, o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas reuniu-se em Assembleia Geral, para a apresentação, discussão e votação do Plano de Actividades, bem assim como do Orçamento para o ano de 2007.
O documento, distribuído antecipadamente a todos os associados presentes, foi explicado pelo presidente da Associação, Jorge Manuel Cardoso, e votado a favor por unanimidade. Destaque para a verba de 60.000 euros inscrita nas obras de melhoramentos da associação, explicada pelo presidente, e que se destina á reconstrução do piso superior e do logradouro. Jorge Manuel Cardoso, explicou a permanência dessa verba no sentido de que “ as obras estão previstas, e só podem seguir em frente quando existirem verbas para o efeito”, adiantando ainda que “ não podemos avançar assim de qualquer maneira, e há que manter os pés bem assentes no chão”.
No segundo ponto da ordem de trabalhos, discutiram-se alguns assuntos prementes relativamente ao funcionamento da Associação, nomeadamente aos horários de abertura. De uma maneira geral, os presentes desejam que tudo funcione como está a funcionar até ao momento, ou seja, que dentro da medida das possibilidades de cada um, a Associação esteja aberta diariamente o mais tempo possível. Jorge Manuel Cardoso, relembrou que “ aqueles que vão mantendo a Associação aberta, organizaram uma escala de trabalho, sendo que, e por vezes, devido aos afazeres de cada um no dia a dia , nem sempre pode ser cumprida, mas sempre se tem aberto a Associação dentro das possibilidades existentes”, adiantando ainda que “ todos têm feito um trabalho exemplar, dos que estão na escala e das senhoras da aldeia, que têm sido exemplares em manter sempre a Associação cuidada e estimada”.
O Tesoureiro do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, Acácio Rei, relembrou que “é fundamental que mais gente trabalhe em prol da Associação, dando mais tempo disponível aos eventos que se vão organizando durante o ano, porque os que cá estão, e embora venham fazendo o trabalho e colaborando, por serem sempre os mesmos, já vão denotando algum cansaço, como eu” , daí que, Acácio Rei, lançasse o repto de mais gente se juntar á Direcção para trabalhar em prol de todos”, facto reforçado também pelo presidente da Associação, que lançou também esse repto e a compreensão de todos, o qual foi bem aceite pelos presentes.
Relativamente a outros assuntos de interesse geral, novamente os associados presentes, manifestaram a urgente resolução por parte da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão, do problema da água que se consome em Vilas Ruivas durante o Verão, bem assim como a entrada/saída sul da aldeia, onde se torna “num bico de obra” manobrar qualquer veículo, devido á perigosidade do local.
A este facto, Acácio Rei relembrou ” que já esteve presente na Assembleia Municipal onde manifestou estas e outras preocupações existentes na aldeia, e que as mesmas foram bem aceites com a promessa de que “ o assunto não seria esquecido”.
Facto que também mereceu destaque pela positiva, foi a intervenção no âmbito da recuperação verificada no Castelo, uma obra que deixou orgulhosos todos os presentes.
Em conclusão, foi uma Assembleia Geral bem participativa, á semelhança daquelas que se vão realizando no Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, onde democraticamente são expostos os vários problemas, não só da Associação, mas também da população da aldeia.

Em dia de São Martinho...
MAGUSTO LEVOU ANIMAÇÃO A VILAS RUIVAS
Embora muita gente aproveitasse os ricos dias de sol, que se fizeram sentir em Vilas Ruivas, para continuarem na apanha da azeitona, o que é certo é que poucos faltaram ao Magusto organizado pelo Grupo de Amigos de Vilas Ruivas, e que contou com o apoio da Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão.
Em pleno São Martinho, a partir das 16,30 Horas, a boa castanha assada e a boa água pé, complementados com a boa bifana, foram os ingredientes necessários, para uma óptima tarde de convívio entre cerca de uma centena de associados, naturais e amigos da aldeia de Vilas Ruivas. Se juntarmos a isto tudo, a boa música popular do Grupo da Associação, “Os Quintarolas”, que animou tudo e todos com o seu vasto reportório, conclui-se que todos saíram satisfeitos com mais esta iniciativa promovida pelo Grupo de Amigos de Vilas Ruivas.

Festas de Natal e Passagem de Ano já estão a ser preparadas.
ADIVINHA-SE FESTA RIJA EM VILAS RUIVAS
À semelhança dos últimos dois anos, o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas vai levar a efeito mais uma festa de passagem de ano, a realizar na sua sede social.
Face ao êxito dos anos anteriores ( sempre com sala cheia), a direcção do Grupo de Amigos de Vilas Ruivas volta a organizar a festa de passagem de ano, com uma ementa bastante tradicional, que passa pelo bom bacalhau assado na brasa para o jantar, leitão de Negrais e o já célebre caldo verde da meia noite, entre as boas entradas regionais e doces tradicionais da época.
O jantar está marcado para as 20,30 Horas, e as inscrições podem ser feitas na sede social da Associação, ou através dos telefones: 967090436 e 960043364, reservadas prioritariamente aos associados, familiares e população da aldeia de Vilas Ruivas.
Para animar a noite, o Grupo de Amigos de Vilas Ruivas volta a apostar nos DJ´S Kacilda e Mouse, que, e aliás, têm sido os animadores de serviço em anos anteriores, com o vasto reportório, com música de dança para todos os gostos.
Mais uma vez, as gentes de Vilas Ruivas se unem, no sentido de terem uma noite de fim de ano bastante animada e de agradável convívio entre todos.
Também para a quadra natalícia, a Associação local leva a efeito mais uma iniciativa, que passa pelos dias 23 e 24 de Dezembro.
Dia 23, pelas 14.30 horas, realiza-se a primeira parte da “ida aos madeiros” para a fogueira de Natal, repetindo-se a “dose” no dia 24 no mesmo horário. É a recuperação de uma tradição da nossa região, e em particular também, do que se verificava na aldeia em tempos não muito distantes.
No dia 23 de Dezembro, a partir das 18.00 Horas, será servido um lanche convívio a todos os associados, naturais e amigos da aldeia de Vilas Ruivas.
Ao final da tarde de dia 24 de Dezembro, será ateada a fogueira de Natal no largo principal da aldeia, e se acontecer o mesmo do último ano, essa mesma fogueira prolongar-se-á até ao dia de Ano Novo.

Acidente mortal na Passagem de Nível das Vilas Ruivas
A PERIGOSIDADE DO LOCAL É EVIDENTE

O acidente que se verificou no início do mês de Novembro, na passagem de nível das Vilas Ruivas, e que infelizmente, originou uma vítima mortal ( um nosso vizinho dos Montes do Arneiro), obriga-nos, mais uma vez, a chamar a atenção para a perigosidade do local. Se bem que quem vem do lado das Vilas Ruivas numa viatura ligeira de passageiros, o estrado de madeira existente na passagem de nível está á vista de todos, o mesmo não acontece de quem vem do lado da ponte sobre o rio Tejo. Mas mesmo assim, quem vem do sentido de Vilas Ruivas, se não tiver o cuidado necessário, está sujeito ( como aconteceu....), a que o carro “derrape na estrada” e vá parar á linha do comboio...e depois...aí torna-se muito complicado sair de lá. Por outro lado, e para quem vem do lado da ponte sobre o Tejo, devido á subida íngreme existente, só consegue orientar-se na via, quando chega mesmo perto da passagem. É verdade que ali não se pode circular com uma velocidade excessiva, e que, para além disso, a passagem de nível está em funcionamento automático, mas também...um descuido ou uma precipitação...todos a podem ter, e pode causar uma tragédia, como, e infelizmente, foi o caso.
Tudo isto para dizer que, se a Refer tem “em mente” acabar com todas as passagens de nível existentes nas vias férreas nacionais, é bom que comece pelas que realmente se apresentam como as mais perigosas. E infelizmente, a das Vilas Ruivas, é uma delas. Disso não haja qualquer dúvida!!!.

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